Estreias da semana: Robert Downey Jr. finalmente deixa Tony Stark de lado e Nicolas Cage volta com mais uma “obra-prima”!

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É quinta-feira, dia de mais estreias nos cinemas de Manaus! Infelizmente, quem mora aqui sabe que nem toda semana dá para comemorar porque sempre nos reservam o pior das telonas e hoje não é diferente. Adivinha quem vai ocupar salinhas que poderiam ter o novo do Woody Allen (que estreou há mais de um mês em SP)? Isso, o divo Nicolas Cage! A pérola da vez é um tal de “Fúria”. TOOOOOOOOOOOOP, mano! Mas, uma luz no fim do túnel: o novo do Robert Downey Jr., que finalmente deixou a armadura do Homem de Ferro em casa e resolveu fazer um filme sem Marvel, Jon Favreau e super-heróis no meio. Tomara que preste, pq né! 

Desce mais pra ver o que tem pra hoje!

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“O Juiz”

Um advogado de sucesso (Downey Jr.) precisa voltar à sua cidade-natal após a morte de sua mãe. Ao chegar, ele descobre que seu pai (Robert Duvall), portador de Alzheimer, é réu pela acusação de assassinato em um atropelamento, mas precisa defendê-lo no processo judicial. O elenco traz ainda Norma Bates Vera Farmiga e Blair Warldolf Leighton Meester.

“Fúria” 

Paul Maguire (Nicolas Cage) esteve envolvido durante muito tempo com o mundo do crime, mas hoje ele tenta viver uma vida tranquila, protegendo a sua filha. Um dia, no entanto, a garota é assassinada pelos líderes da máfia russa. Paul decide reunir os amigos de antigamente e se vingar dos assassinos. Nossa, um clássico instantâneo!

“Na Quebrada” 

Inspirado em histórias reais, esse filme dirigido pelo Fernando Gronstein Andrade (vulgo irmão do Luciano Huck) quer abordar a luta e as escolhas de jovens que cresceram entre armas, crimes e muitas dificuldades. Hmmm….

“Festa No Céu” 

Essa animação traz a jornada de Manolo, um jovem dividido entre cumprir as expectativas de sua família ou seguir seu coração. Antes de escolher que caminho seguir, ele embarcará em uma incrível aventura em três mundos fantásticos onde ele deverá enfrentar seus maiores medos.

E aí, já decidiu qual vai ver? Acho que a turma aqui vai de “O Juiz” ou “Festa no Céu” 🙂

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Estreias da semana: “Garota Exemplar”, filme comédia política do Leandro Hassum e Kubrick nos “Clássicos Cinemark”, porque ninguém é de ferro

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Nos atrasamos, mas não esquecemos! Ontem (2), foi aniversário do chefe e dia de estreias nos cinemas de Manaus. Tem “Garota Exemplar” (já leram a resenha do livro? Já leram o livro? O que estão fazendo lendo esse post, então?), “O Candidato Honesto” (Leandro Hassum querendo ser o novo Didi Mocó com mil filmes por ano) e a animação “Boxtrolls”. Para os cinéfilos, três sessões especiais de “Nascido para Matar”, do Stanley Kubrick, são a atração da semana no “Clássicos Cinemark”.

Me arrumando para ir ao cinema A G O R A!

Me arrumando para ir ao cinema AGORA!

Garota Exemplar:

Como o Diego escreveu em seu post maravilindo no início da semana, “Garota…” conta a história de Nick (Ben Affleck) e Amy Dunne (Rosamund Pike), um casal que me mudou para uma cidade no interior após serem demitidos de bons empregos em Nova York. No dia do  aniversário de cinco anos de casamento dos dois, Amy some. Agora, Nick precisa correr contra o tempo para provar sua inocência, já que há a suspeita de que a esposa tenha sido ferida e até morta. Nesse emaranhado, quem toma conta da história é apenash David Fincher (diretor de pequenas obras-primas como “Clube da Luta”, “A Rede Social” e “Se7en”). O filme tem sido elogiado de costa a costa (#sddsspaceghost) e já é uma das apostas para o Oscar 2015.

Os Boxtrolls:

Dos mesmos realizadores dos ótimos  “Coraline” (2009) e “Paranorman” (2011), “Boxtrolls” traz a história de um jovem órfão. Criado por colecionadores de lixo (sdds mãe Lucinda), ele embarca em uma missão para salvar seus amigos de um malvado exterminador.

O Candidato Honesto:

Leandro Hassumzzzz pega carona nas eleições para nos brindar com um filme à la “O Mentiroso” (1997), com o Jim Carrey. Assim como na comédia hollywoodiana, essa traz uma pessoa incapaz de mentir. Nesse caso, o protagonista é um político corrupto que bate a cabeça às véspera de um comício e, com o baque, fica 100% honesto. E aí, vai encarar?

Nascido Para Matar:

O ~jovem clássico~ lançado em 1987 vai ser exibido no sábado (4) às 23h55, no domingo (5) às 12h30 e na próxima quarta-feira (8) às 19h30. Dirigido por Stanley Kubrick, o filme mostra o cotidiano de um campo de treinamento militar. O pano de fundo é a Guerra do Vietnã. Na obra, um sargento (R. Lee Ermey) treina de forma fanática e sádica os recrutas em uma base de treinamentos. Após serem transformados em fuzileiros navais, eles são enviados para a o campo de batalha. O filme vai ser exibido, claro, no Cinemark.

Já escolheu quais filmes vai ver nesse fim de semana? Contaí! Nós já! Quem sabe não nos encontramos nos cinemas da vida? 

Pelamordi assistiu: “Mesmo Se Nada Der Certo” (Begin Again, 2013)

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Vocês já assistiram a um filme tão delícia que gostariam que ele virasse série para acompanhar os personagens todas as semanas? Eu tenho alguns assim. Um deles é o “Apenas Uma Vez”, musical irlandês lançado em 2006/7 – e que depois virou peça premiada na Broadway. A jornada dos personagens de Marketa Iglová e Glen Hansard (que ganharam Oscar com a música ‘Falling Slowly’, tema principal do filme) é tão genuína e confunde tanto vida real e ficção que não tem como não se apaixonar.

O diretor do filme era o nem tão conhecido assim John Carney. Sete anos depois, ele faz de novo. Com “Mesmo Se Nada Der Certo”, tive a mesma sensação de “Once”. Simplesmente adorável, a produção estrelada por Keira Knightley e Mark Ruffalo é capaz de colocar um sorriso até no mais gelado dos corações.

Keira Knightley in Begin Again

“Mesmo Se Nada Der Certo” traz Knightley como Gretta, uma jovem compositora sem rumo após terminar o relacionamento com Dave (Adam Levine, em sua estreia no cinema). Quase se despedindo de Nova York – após uma estadia frustrada com o amado, agora um sucesso da música -, ela chama a atenção de um produtor musical falido (Ruffalo) ao soltar a voz em uma ‘noite para compositores’, bem comum em bares de NYC.

Encantado com a voz e as composições de Gretta, ele decide investir no talento da jovem. Juntos, os dois embarcam em uma jornada que os mostra uma Nova York diferente ao passo que gravam as músicas que vão dar forma ao álbum da compositora.

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Carney já nos ganha de cara, ao usar uma montagem não-linear para nos apresentar aos personagens principais. A construção do filme, aliás, é um dos pontos altos da produção. Em nenhum momento ficamos cansados daquela história ou das repetidas cenas musicais. Graças à montagem, conseguimos ser surpreendidos até o último minuto (btw, que escolha ótima a de colocar certas cenas nos créditos em vez de no meio da produção).

A propósito, as canções do filme são um deleite. Lindas, cabem perfeitamente na voz de Kinghtley. Já Levine, à vontade com o papel de popstar repentino, transforma as músicas delicadas de Gretta em sucessos que poderiam ter sido gravados pelo Maroon 5. Ruffalo, por sua vez, constrói com perfeição um tipo frustrado, visivelmente cansado da vida que leva e sem esperanças de mudança. Na cena em que avista a personagem de Knightley pela primeira vez, Ruffallo reúne todas esses elementos do personagem em um momento de catarse total.

O elenco ainda traz Hailee Steinfeld e Catherine Keener (que lástima essa atriz tão maravilhosa colecionar ‘pontas’!) em papéis menores, além de James Corden como o carismático Steve, melhor amigo da protagonista, e mais um jurado do The Voice, Cee-Lo Green (!!), que interpreta um popstar rico e famoso graças ao talento do personagem de Ruffalo.

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Sem precisar apelar para romantismo barato ou para uma enfadonha ‘moral da história’, Carney nos mostra uma história leve tendo como o pano de fundo o verão de Nova York. Para os personagens, foram necessárias apenas algumas semanas para que suas vidas mudassem. Já eu precisei de apenas duas horas para ficar com o coração aquecido.

Adam curtchiu a voz da Keira!

Adam curtchiu a voz da Keira!

Pra quem ficou curioso, seguem aqui algumas músicas do filme (a trilha já está disponível no Spotify!):

Cultura: Vai ter chuva de livro em Manaus na terça-feira (23)!

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Encontrar livro enquanto rega as plantas, quem nunca?

Já pensou estar andando pelo Centro de Manaus e, do nada, aparecer um livro na sua frente? Que maravilha seria, não é, minha gente? E se eu disser que isso vai acontecer de verdade na próxima terça-feira (23)? Sim, o Centro Histórico da nossa querida cidade vai ser invadido por livros, no encontro “Leve Este Livro Para Você”. A iniciativa é do pessoal do Global Shapers Manaus, e acontecerá a partir das 19h, no Largo São Sebastião.

Durante essa ação, serão distribuídos marcadores de texto com a mensagem meiga e sincera “leve este livro para você”. Quem receber um marcador deve compartilhar seus livros, deixando-o em algum lugar. Assim que a pessoa que levou a obra para casa terminar de ler, deve manter o ciclo, doando o livro também. No verso, os marcadores têm espaço para o nome de cada pessoa que já leu a obra e data da doação.

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Essa não é a primeira vez que o “Leve Este Livro” é realizado em Manaus. Há menos de um mês, o grupo promoveu a ação no Manauara Shopping. Lá, foram deixados livros em diversos locais, como bancos, mesas e até em banheiros.

Quem topar o desafio pode levar os livros para o Largo, na terça, ou só pegar os marcadores para distribuir em lugares diferentes. Para que a ideia se espalhe mais rápido, os doadores devem tirar foto dos livros “abandonados” e publicar nas redes sociais com a hashtag #LeveEsteLivro.

E aí, quem vamos?

Britney também quer livro, gente!

Britney também quer livro, gente! 

Estreias da semana: Clássico, Robin Williams e até Adam Levine!

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O povo pediu, o povo clamou e voltamos com as estreias da semana! E que semana! Hoje (quinta, 18 de setembro), Manaus recebe oito filmes – incluindo um clássico obrigatório na vida de todo mundo! Tem Adam Levine estreando na telona, tem Robin Williams e José Wilker se despedindo, tem suspense, tem música, tem Jack Nicholson novinhoaiseeutepego!. Quer saber? Vem com nóis!

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Chinatown

Nesse ano, o Cinemark (Studio 5 Festival Mall) trouxe uma iniciativa super bacana, que é a exibição de clássicos. A primeira etapa não chegou a Manaós City, mas a segunda veio (com direito a ‘O Poderoso Chefão’ e ‘Quanto Mais Quente Melhor’!) e agora é a vez da terceira leva de filmes. Depois de ‘O Poderoso Chefão 2’ e ‘A Felicidade Não Se Compra’, é a vez de ver um dos trabalhos mais importantes da carreira do Roman Polanski. Em ‘Chinatown’, ele dirige Jack Nicholson e Faye Dunaway num noir cheio de intriga, babado, gritaria, confusão e final de cair o queixo. Já estou contando os minutinhos para ver o “Forget it, Jake. It’s Chinatown” na telona. O filme será exibido no sábado (20) às 23h50, no domingo (21) às 12h30 e na quarta-feira (24) às 19h30. Os horários são ingratos, mas vale para quem adora encher a boca para dizer que a nossa cidade não tem opções (na verdade, não tem muitas, mas quando tem é essa belezura).

Lascados

Para quem não gosta de gritinhos e comentários em voz alta no cinema (e quem gosta?), esse filme deve ser evitado, afinal, traz o galã-lindo-muso-da hora Chay Suede. A história? Ah, quem se importa, né. É provavelmente uma bomba mesmo…

Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola

Seth is back! É, Seth MacFarlane não quer ficar mesmo conhecido como a voz do urso Ted ou o criador de séries como Family Guy. Em mais uma investida nas telonas, ele dirige Charlize Theron, Amanda Seyfried e Neil Patrick Harris em uma comédia ambientada no Velho Oeste americano. É…

Isolados

Depois do burburinho causado pelo (ótimo) ‘Quando Eu Era Vivo’, parece que o cinema de gênero brasileiro ganhou o mainstream. Neste filme estrelado por Bruno Gagliasso e Regiane Alves (além do eterno José Wilker), um casal em crise tem que lidar com estranhos acontecimentos em um chalé. Ai, Deus…

Uma Nova Chance Para Amar

Em agosto deste ano, Robin Williams nos deixou – snif! -, como todos sabem. No entanto, o ator deixou prontos alguns filmes feitos obviamente antes da tragédia. Um deles é esse ‘Uma Nova Chance…’. No drama, ele contracena com Annette Bening, uma viúva que se apaixona por um homem parecido com seu falecido. Esse tem cara de ser um filme da Hallmark, mas é Robin e é Annette, né?

Maze Runner – Correr ou Morrer

Os fãs das sagas young adult também terão vez nesta semana, com a estreia de `Maze Runner’. Baseado em um best-seller, a aventura traz Dylan O’Brien, Will Poulter e a mezzo brasileira, mezzo britânica Kaya Scodelario. Vai encarar esse labirinto?

Livrai-nos do Mal

A santa fita genérica que estreia todas as semanas. Ops, não podemos julgar o filme antes de ver, mas… Preguiça disso, gente. Eric Bana e Edgar Ramirez estrelam essa produção, baseada em relatos de um policial novaiorquino. Na história, ele se junta a um padre para investigar possessões demoníacas que atingem NYC.

Mesmo Se Nada Der Certo

E o filme-com-cara-de-fofo da semana é esse. Nesse musical – dirigido por John Carney, o mesmo do lindo ‘Apenas Uma Vez’, de 2006 -, ninguém mais, ninguém menos que Adam Levine e Keira Knightley soltam a voz como um casal separado pelo sucesso. Mark Ruffalo e Hailee Steinfeld também participam.

E aí, qual filme você quer ver? Qual não assiste de qualquer jeito? Viu algum desses? Gostou? Odiou? Quis dinheiro de volta? Comentem, curtam, compartilhem e curtam o próprio compartilhamento!

Rebobinar é viver: As melhores séries ‘dominicais’ do SBT!

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Nem só de Silvio Santos e banheira do Gugu  viviam os domingos do SBT nos anos 90 e início do século 21. O primeiro contato de muita gente – inclusive euzinha – com séries gringas foi no ~Sistema Brasileiro de Televisão~. Depois de acordar cedo e aguentar aquele programa de pesca que ninguém lembra o nome e o Siga Bem Caminhoneiro (sdds Sula Miranda), todo mundo queria mais era ver os enlatados que tio Silvio trazia dos States. E como rebobinar é com o Pelamordi, aqui vai um ranking com dez das melhores/mais memoráveis séries que a TV do Senor Abravanel exibiu* nos áureos tempos depois de Pássaros Feridos, claro. Quero ver quem lembra de todas essas!

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10. Gênio do Barulho (Smart Guy):

Essa série contava a história de TJ, um menino de oito anos que, de tão inteligente, pulou algumas ‘casas’ e foi parar na faculdade! O programa teve apenas três temporadas e nem ficou tanto tempo assim na tela do SBT, mas era uma diversão ok para quem havia acabado de acordar e não tinha tanto senso crítico.

9. Os Jovens Guerreiros Tatuados de Bervely Hills

Fiquei anos (literalmente!) tentando lembrar do nome dessa série, até que algum site nerd da vida me deu a resposta que tanto procurei (caiu uma lágrima até). Não sei se vocês recordam, mas os ‘Jovens Guerreiros’ (tatuados, por que não?!) eram uma versão budget da trupe Power Ranger (sim, dava para ser mais budget que aquilo!). Tosquice que só quem cresceu vendo SBT pode aceitar e amar ❤

8. Os Pesadelos de Molly (Maybe It’s Me)

Série que tinha até certo potencial, ‘Maybe it’s me’ era uma das preferidas das pré-adolescentes (pelo menos, era uma das minhas). Assim como a maioria das produções daquela época, era uma ‘dramédia’ que focava em uma família cercadinho-branco-classé-média dos EUA. Nesse caso, a protagonista era a Molly, uma adolescente que precisava lidar com as loucuras dos parentes enquanto tenta descobrir seu lugar no mundo. O seriado era todo colorido e cheio de snarks. Pena que durou apenas uma temporada (mas foi reprisado até que bastante pelo SBT).

7. Jack and Jill

Essa série revelou a Amanda Peet (a famosa quem?) e tinha ainda no elenco a supreme-diva Sarah Paulson. Como ‘Maybe it’s me’ e ‘Smart Guy’, durou pouco (duas seasons, apenas). Como o nome sugere, o foco era o casal Jack (Peet) e Jill (Ivan Sergei, que evaporou). Junto a eles, um grupo de amigos tentou recriar a mágica de Friends, mas, como eu disse, o público não comprou e a série morreu em pouco tempo.

6. O Mundo é dos Jovens (Boy Meets World)

Essa voltou ao spotlight no ano passado, quando foi anunciada uma continuação (já em exibição nos EUA). Na época em que foi exibida no SBT, fez muito sucesso, tanto que ficou anos no ar – também pudera, durou 7 temporadas!). A série acompanhou a vida de Cory Matthews (Ben Savage), do final da infância até o início da vida adulta. Um dos personagens mais lembrados é o da amada de Matthews, Topanga (Danielle Fishel). Na continuação/spin-off, Cory e Topanga voltam como pais de uma menina, a protagonista da vez – afinal, a série nova se chama ’O Mundo é das Jovens’ ‘Girl Meets World’.

5. Um Maluco no Pedaço (The Fresh-Prince of Bel Air)

Tô reassistindo essa no Netflix e me divertindo horrores com piadas que passaram completamente despercebidas porque: 1. no SBT a série era dublada; 2. eu era criança e não entendia, né. Tem a melhor música de abertura de série e um dos personagens coadjuvantes mais divertidos. Quem não amava o Carlton e sua dancinha? Isso sem falar que revelou o Will Smith (indicado a dois Globos de Ouro pelo papel).

4. Blossom

Essa eu até tentei baixar, mas por alguns problemas de estúdio/direitos autorais, só as três primeiras temporadas estão disponíveis. Outra sitcom ~familiar~, ‘Blossom’ trazia o clã dos Russo em uma história cheia de chapéus, jardineiras e todo aquele look anos 90 que amamos

3. Punky, a Levada da Breca (Punky Brewster)

A menina “que iluminaaaa toda vez que a gente vê” também era a dona do quarto mais legal da televisão. 01 sonho: ter aquela cama. Adorava que era uma série que mesclava momentos hilários (sdds episódio da Kátia presa na geladeira) e dramáticos (ódio da assistente social que queria tirar a Punky do Arthur!). Também teve uma versão em desenho e foi exibida em todos os horários/dias possiveis pelo SBT.

2. Três é Demais (Full House)

Desculpa, gente, mas preciso confessar: baixei essa série e tô assistindo, hahaha. Sucesso no SBT e na Warner, ‘Full House’ trazia a história de um pai solteiro que convocava dois amigos para ajudar a cuidar de suas três filhas. Era bem bonitinho e, assim como ‘Um Maluco No Pedaço’, tinha umas piadas que eu só entendo hoje em dia, hahaha. Isso sem falar que foi importante para a cultura pop, já que revelou as gêmeas Olsen, que protagonizaram alguns dos filmes mais reprisados na Sessão da Tarde (e depois uma outra série exibida pelo SBT, ‘Dose Dupla’). Durou oito temporadas até ser atropelada pela ‘new wave’ de seriados gringos, como ‘Friends’, ‘Seinfeld’ e ‘Mad About You’.

1. Popularidade (Popular)

Antes de `American Horror Story’ e ‘Glee’, Ryan Murphy já explorava as psicopatas e o mundo high school nessa série também super curta, mas maravilhosa. Na história, duas meninas – a popular e a wannabe – que se odeiam precisam viver debaixo do mesmo teto depois que seus pais resolvem se casar (oi, Kurt e Finn?). Enquanto isso, altas aventuras e histórias mirabolantes rolam na  escola onde elas –desfilam– estudam, porque é sempre assim.

E aí, o que acharam? Que série era a preferida de vocês? Qual deveria ter continuado? Qual deveria voltar a ser exibida pelo SBT entrar no Netflix? Comenta, povo!

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*como a intenção é rebobinar meeeeesmo, deixo de fora séries como “Smallvile”, “Everwood” e “Gossip Gil”, que ainda são ~novas~ demais

Rebobinar é viver: Os melhores programas da ‘MTV Clássica’

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Nessa semana o Pelamordi completa cinco anos de serelepicidade amazônica e, como o clima é de aniversário e nostalgia, resolvemos Rebobinar e lembrar de uma das coisas que formou o nosso caráter pop: a MTV. Há duas semanas, quando assistíamos o VMA, a sensação era de: “ok, apresentações legais, mas na nossa época a premiação era beeeem mais divertida”. Daí, comecei a pensar que, dez anos atrás, a Music Television como um todo era tão mais legal do que aquele amontoado de stand ups e reality shows que invadiram o canal até que ele se tornasse só mais um na TV a cabo ano passado.

Com isso em mente, fizum ranking dos melhores programas da MTV clássica. Vamos rebobinar?

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10. Soda Pop:

Esse quase ninguém lembra. Ia ao ar na hora do almoço e era apresentado pela Silvinha Faro. Lá, passavam clipes de divas pop B, como Jessica Simpson, Mandy Moore e Stacy Orrico, além de ter uma overdose de J.LO, Xtina, N Sync e, claro, Britney (até porque o nome do programa é o mesmo que uma das músicas do primeiro álbum dela). Pena que um belo dia, sem nenhuma explicação, parou de ir ao ar. Sdds.

(único registro desse programa no Youtube, hahaha)

9. Megaliga de VJs Paladinos:

Um momento bem bacana da história da MTV. No programa, os VJs ganhavam superpoderes em uma história à la X Men (nesse caso, o professor Xavier era o Cazé Peçanha). Foi um dos últimos suspiros de criatividade da Music Television. Isso dez anos atrás. Snif!

8. Programação de verão:

Olha, eram tantas coisas que não dá para escolher. Casa da Praia, Luau, Toca aí, as gincanas, enfim, era tudo tão divertido que agora caiu até uma lágrima. Essa programação especial era exibida depois daquele amontoado de reprises que a MTV passava em dezembro (outra #sdd), logo na primeira semana de janeiro e ia até fevereiro/março, quando a TV voltava de férias propriamente ditas. Todos os VJs participavam, cada um à sua maneira, e o resultado era uma grande farofa!

7. VJ Por Um Dia:

Outro não muito lembrado, mas que também era muito divertido. Exibido aos domingos, o programa selecionava um telespectador, que virava, como o nome diz, VJ por um dia. Ele tinha a chance de escolher os clipes e momentos da MTV que queria assistir e isso virava um programa de uma hora, apresentado por quem? Pelo “VJ”, claro. Nessa brincadeira, um VJ acabou sendo selecionado de verdade. Alguém lembra do Levy?

6. Fanático MTV:

Assim como muitos programas da MTV, esse passou por alguns formatos diferentes. No entanto, o meu preferido era aquele exibido nas noites de sábado em três partes: na primeira, o artista visitava o arquivo da MTV e podíamos assistir a vários momentos protagonizados por ele na Music Television. Em seguida, o canal exibia um mini documentário sobre a trajetória do ‘objeto’ da semana. Por fim, o artista ou a banda fazia um pocket show nos estúdios da MTV (gente, sdds quando todos os programas eram no mesmo estúdio #budget).

5. Supernova:

Programa preferido do Rafa, o Supernova trazia as novidades de clipes e da música em geral, além de receber os ídolos em seu estúdio. O programa era apresentado pela Didi e pelo Marcos Mion antes da fama, mas também foi comandado por Chris Couto, Chris Nicklas, Edgar Piccoli e Marina Person e qualquer outro VJ que estivesse de bobeira pelos estúdios da EME-TE-VÊ.

4. Quiz MTV:

Os programas de perguntas e respostas tiveram vários formatos na MTV – do Neurônio ao Covernation, passando por uma das temporadas do Fanático, mas o meu preferido mesmo era esse apresentado pelo Rafael Ramos e pela Adriane Galisteu (OI?). Lá, artistas ou fãs se ‘degladiavam’, respondendo perguntas sobre o universo pop, além de participarem de provas como o karaokê no chuveiro ou a das faixas do CD (onde eles tinham que dizer todas as músicas que tinha em disco X). Esse programa durou pouco, porque a Galisteu resolveu apresentar o Superpop ou whatever programa flopado em algum outro canal de TV (brinks, adorava o programa Charme, no SBT hahahaha).

3. Fica Comigo:

Antes da Cicarelli mandar o pessoal beijar sapos, a diva Fernanda Lima era o cupido número 1 da MTV. Quem não lembra dos presentes da Imaginarium? Ou das músicas que eram escolhidas pro momento romântico final? Ou daquele constrangimento quando o beijo era dado na bochecha? Ou até mesmo de quando um dos candidatos errou o nome da pretendente? Exibido no início do século 21, o programa marcou época por ser o primeiro da TV brasileira a exibir um beijo gay. TRÁ na tua cara, Malafaia!

2. Piores Clipes do Mundo

Não tem como falar de MTV e não falar desse programa. Ele experimentou alguns formatos – com a Marina Person e depois com o João Gordo e o Ferrugem -, mas o ápice mesmo foi quando Marcos Mion assumiu a apresentação. Para o programa, ele levou o ‘micon’ (aquela versão que fazia dos clipes – sdds ‘I turn to you’ da Christina) que já apresentava nos tempos de Supernova e fez da ‘pérola videoclíptica’ o momento mais esperado. “Tieta”, “Mama África”, “Maicon, eles não ligam pra gente”… Desafio você a assistir a ‘decupagem’ de cada um desses clipes e não morrer de rir

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Aaaah, o ápice! Saudades de ligar a TV e torcer para a Avril Lavigne ganhar do Linkin Park (sim, eu era dessas) ou de ver uns artistas que OI? tipo Jay Vaquer (sdds clipe ‘A Miragem’)  ou O Surto (~um rosto lindo e um sorriso encantador~) levando a primeira posição do dia. Pouca gente lembra, mas o Disk era tão democrático que teve uma época em que o Leonardo com um clipe todo bonito brega foi líder da parada, assim como o Falamansa no início da carreira. O Disk foi apresentado por muita gente, mas é da Sabrina e da Sarah que todo mundo lembra. Ninguém precisa lembrar daquela fase com as gêmeas Beijos Blues e Poesia, né?

Curiosidade: na primeira parada do Disk, em 1990, o clipe mais votado foi o “Garota de Ipanema”, da Marina Lima (também o primeiro a ser exibido na MTV) e, no último programa, em 2006, XTina levou com “Hurt”.


E você? De que programa sente mais falta? O que quer ver na sessão Rebobinar? Comentem, curtam, compartilhem e curtam o compartilhamento!

VOLTA, MTV!

VOLTA, MTV!