Livro “Garota Exemplar”: As pessoas querem acreditar que conhecem outras pessoas

 

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Existe uma contemporânea grande pressão atmosférica sobre todos nós. Ela é uma ameaça à forma com a qual nos relacionamos com quem gostamos e de quem falamos todos os dias. É quase como se tal “coisa” fosse capaz de definir nosso futuro: com quem casamos, com quem almoçamos, com quem teremos filhos, com quem iremos ao super mercado e onde conseguiremos empregos. O nome dessa pressão? Uma pequena frase chamada “vontade de agradar a todos”. E é esse o tema principal que se desmembra em patologia psicológica e confusão completa no livro “Garota Exemplar”, de Gillian Flyn.

A obra conta a história de Nick e Amy Dunne, um casal que me mudou para uma cidade no interior após serem demitidos de bons empregos em Nova York por conta das mudanças causadas à indústria da mídia impressa pela Internet. Mesmo com dificuldades, o casal parece ter uma vida tranquila, com discussões ocasionais e uma vida sexual até que saudável. Até o momento em que Amy desaparece no dia de aniversário de casamento dos dois. Na casa dos dois, vestígios de uma luta (com direito a muito sangue e uma cena de crime bem improvável) são as únicas pistas do que pode ter acontecido. Pelo menos, no início.

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O livro é um daqueles materiais que você começa pensando que está entendendo tudo, desvendando cada peça do labirinto de informações e das perguntas que não param de surgir – desde a primeira página até a última -, e, quando uma informação DESTRUIDORA aparece, a autora te tranca no ~mundo das dúvidas~ e te revela algo ainda mais revelador e misterioso ao mesmo tempo.

Este emaranhado de acontecimentos é feita de forma organizada e praticamente perfeita. Em “Garota Exemplar”, Gillian Flynn é profissional em alternar pontos de vista para costurar uma trama contundente e plausível. Misturando a rotina de Nick contando os dias desde o desaparecimento da esposa e um diário que conta dias do passado de Amy – desde quando conheceu o marido, passando pelas dificuldades financeiras, pelos traumas trazidos pelos pais (vamos já falar sobre isso) até os dias que antecederam o seu desaparecimento.

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“Garota Exemplar” é uma grande crítica a vários problemas contemporâneos pelos quais costumamos “passar a vista”. Gillian, porém, tenta de forma bem sucedida mostrar as consequências extremas destas situações. A principal, como já dito, trata-se da vontade de as pessoas quererem agradar todo mundo. Amy é descrita, tanto por Nick quanto PASMEM por ela mesma, como uma mulher praticamente perfeita: é extremamente linda, não cobra muito do marido, cede aos desejos frios sexuais de Nick, é rica, dócil, independente e tudo mais que os homens geralmente procuram em mulheres.

O desaparecimento da mulher parece “acender” um desejo nas mulheres da comunidade de se igualarem a ela e até mesmo tentar substituir o lugar de mulher mais linda e querida da cidade. Nick logo vira o alvo de quarentonas desesperadas por atenção que mais tarde se mostram vingativas após serem rejeitadas. A “necessidade” patológica de Amy de ser impecável é chave principal para o desenrolar da trama.

Uma das frases mais incríveis que anotei – sim, sou desses que anota citações de livros – foi “As pessoas querem acreditar que conhecem as pessoas”. O comportamento das pessoas ao perceberem que o desaparecimento chamou a atenção da imprensa nacional é chocante: todos fazem de conta que eram amigos de Amy, que a conheciam tão bem, que sabiam que Nick era culpado (ou não) pelo desaparecimento. É algo realmente notável no trabalho da escritora.

"People want to believe they know people"

“People want to believe they know other people”

Outra grande crítica trata-se dos papéis masculino e feminino dentro de um relacionamento. O machismo é, com certeza, um problema odiado pela escritora. É delicado falar sobre esse aspecto do livro sem entregar detalhes importantes da trama, então leiam o livro e falem comigo depois ;).

A segunda metade do livro flui de forma muito mais rápida por conta da revelação ao final da primeira parte do romance. Adorei mesmo o trabalho da autora e já encomendei outros livros dela (que em breve serão resenhados aqui), mas senti que os últimos capítulos do livro – que são obviamente cruciais para que a obra faça sentido – foram muito corridos e alguns detalhes que eu gostaria de entender e saber no que resultariam foram parcial ou completamente deixados de fora. Entendo completamente que o trabalho de um romancista é de causar questionamentos – e, acredite, ela te deixa com milhões de pulgas atrás da orelha -, mas me senti meio que abandonado depois de tantas páginas de dedicação.

Virou filme, gente!

E um filme cheio de ‘pedigree’, já que é dirigido por David Fincher (‘Clube da Luta’, ‘A Rede Social’), apenash. Com estreia marcada para esta quinta-feira (2) em todo o Brasél (incluindo Manaós, gente!), a versão cinematográfica “Garota Exemplar” trará Ben Affleck como Nick e, na pele de Amy, a atriz britânica Rosamund Pike, que já foi Bond Girl em “007 – Um Novo Dia Para Morrer” (2002) e participou de filmes como “Educação” (2009) e “Orgulho e Preconceito” (2005).

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Rosamund, aliás, bateu um time de estrelas para conseguir o papel: de Natalie Portman a Charlize Theron (que vai estrelar a adaptação de outro livro de Flynn, “Dark Places”), todas queriam ser Amy. Na época em que a inglesa foi escolhida, muito se comentou a rejeição de Fincher a Reese Witherspoon (que COMPROU os direitos da obra e escolheu o diretor).

Em entrevista recente à revista Entertainment Weekly, o cineasta explicou que não quis Witherspoon para o papel porque “seria muito estranho a produtora do filme também ser a estrela dele”. A atriz ~concordou~ e disse que “ele tinha uma visão para os personagens na qual ela não se encaixava”. Imagina a torta de climão se as previsões dos críticos gringos se confirmarem e Pike e Witherspoon concorrerem ao Oscar no próximo ano – a ‘legalmente loira’ estrela o drama “Wild”, uma espécie de versão feminina de “128 Horas” (2011) e “Na Natureza Selvagem” (2007).

Voltando a “Gone Girl”, o filme traz ainda Neil Patrick Harris (sim!) como Desi, Tyler Perry (que quer se tornar um mash up de Oprah e Eddie Murphy SQJAMAIS) como o advogado de Nick e a sempre maravilhosa trilha de Atticus Ross e do Nine Inch Nail Trent Reznor. A dupla venceu o Oscar em 2011 pela primeira colaboração com Fincher, a trilha de “A Rede Social”.

A crítica especializada já viu o filme e está babando pela trilha de Ross e pelas atuações não só de Pike como de Ben Affleck (sim, existe cura canastrona, Senhor!). Muitos acreditam que “Garota…” terá o mesmo impacto cultural que “Atração Fatal” (1987). Se for verdade, muitos casais terão pesadelos com Amy e Nick assim como muitos maridos dos anos 80 pensaram duas vezes antes de trair, já que nunca se sabe quando pode vir uma Alex Forrest pela frente.

Nós do Pelamordi estamos ansiosos com S para ver esse filme e para ver que modificações Gillian Flynn (que também assina o roteiro do longa) imprimiu para a versão cinematográfica. Contando os minutos para quinta!

*Post colaborativo de Diego Toledano e Camila Henriques.

Meghan Trainor vai fazer você se amar mais – e ela também

Meghan-Trainor_All-About-That-Bass_video-snapOk, ok, devo confessar que tenho certo preconceito de ouvir o que geralmente tem tocado nas rádios pop-alternativas americanas. Há algumas semanas, vi pela primeira vez o rosto lindo maravilhoso fofo doce lindo de novo da Meghan Trainor em um site de lançamentos musicais. Lembro que olhei, não consegui interpretar visualmente qual era o estilo da moça e deixei passar. Eis que, depois de encomendar o álbum da Kiesza – Sound Of A Woman, que chega no dia 20 de outubro desse ano -, o iTunes me sugere o EP da dita Meghan. Cliquei, ouvi, fui atrás de clipe, tô paixonado.

É música pra aquecer o coração. A moça tem toda uma pegada retrô que nós do Pelamordi amamos – tanto na música quanto no projeto visual -, é cheinha com orgulho, escreve as próprias músicas e é divertida no balde! O primeiro lançamento, “All About That Bass” fala sobre como o mundo inteiro está condicionado a padrões de beleza e incentiva o amor próprio. O clipe é lindo, fotografia bubble-gum e a Meghan mais linda do que nunca.  Saca só:


A gente nem precisa dizer que apoia a mensagem, né? É sempre ótimo quando surge um artista que esteja disposto a ir contra padrões da indústria e a pregar o “ame seu corpitcho”.

Ah, e vale lembrar que a música foi composta depois de um episódio do programa da diva maravilhosa Ellen DeGeneres sobre autoestima. Falando nisso, a moça deu as caras no programa da apresentadora e mostrou que faz live:

As aparições ao vivo não pararam aí. O louco do Jimmy Fallon a convidou pra fazer uma daquelas versões super instrumentais e alternativas que ele costuma produzir no The Tonight Show (até Christina Aguilera já passou lá com “Your Body”). O trabalho ficou MUITO legal e deixa a gente ver que a moça tem carisma mesmo <3:

Não para de ficar bom, né? Pior que dá. Nessa semana, a cantora lançou o primeiro EP, chamado “Title” e já dá pra comprar no iTunes ou ouvir no Spotify. Ouçam e digam pra gente qual a favorita de vocês, ok?

E não se esqueçam, gente:

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APRESENTAMOS: PELAMORDI PODCAST!

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O Pelamordi gosta de estar em todas as mídias: portal, redes sociais, YouTube e por aí vai. Há algumas semanas, nós decidimos arriscar ainda mais e invadir o mundo dos Podcasts! Depois de tanta expectativa e suspense, anunciamos hoje o primeiro episódio do PELAMORDI PODCAST, com nossa família Rafael Froner, Camila Henriques e Diego Toledano compartilhando experiências engraçadamente traumáticas com festas de aniversário.

VEM GENTE VEM OUVIR

VEM GENTE VEM OUVIR

Tem de tudo: festa sem presentes, pai que dança Toxic na frente de toda a sua escola, mães que dão viagem ao invés de festa de 15 anos e até o palhaço Goiabada (sdds) dando bicicleta no Amazonas Shopping.

 

MAS COMO FAÇO PRA BAIXAR PRO MEU MP3 PLAYER/IPOD ESSA COISA MARAVILHUOSA DE DEUS, PELAMORDI? 

SEGUE NÓS, GENTE

SEGUE NÓS, GENTE

Muito fácil, gentchy. Basta vocês nos seguirem no SoundCloud para serem notificados de quando um novo episódio foi lançado e ouvir em qualquer browser de Internet.

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Download: só clicar no botão e ser feliz

Tá sempre ocupado pra ouvir em casa, mas quer ouvir no caminho pra faculdade, pro trabalho e pro Amazonas Shopping? Nós somos tão legais que criamos uma aba de download no SoundCloud pra vocês baixarem e ouvirem a qualquer hora no iPod, no iPhone, no Samsung, no Motorola V3. Enfim, todo mundo pode ouvir!

Madonna ficou emocionada porque vai poder baixar pro iPhone dela

Madonna ficou emocionada porque vai poder baixar pro iPhone dela

Vale lembrar que os episódios do Pelamordi Podcast serão lançados quinzenalmente, com assuntos que só a equipe do Pelamordi saberia falar com nosso típico humor (sim, nós sabemos que somos bons U_U).

Esperamos que gostem e não se esqueçam de comentar no Twitter, no Facebook, no Instagram, no YouTube E AGORA TAMBÉM no SoundCloud

Vem ver o que rolou de mais legal na estreia da artRave

http://gagaimages.orgOntem à noite, aconteceu o primeiro show da nova turnê de Lady GaGa, “artRave: The ARTPOP Ball” e nós, do Pelamordi, já estamos fazendo pacto pra que o show venha pro Brasil. Ao contrário da última tour, “Born This Way Ball”, o show é completamente colorido. A cantora decidiu focar no último lançamento (temos 15 faixas de ARTPOP no setlist), e deixar os álbuns passados como referência da carreira (apenas a faixa-título de Born This Way faz parte do negócio todo). Sem mais, lá vai porrada de fotos e vídeos do show:

Fotos:

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ARTPOP

G.U.Y.

Donatella

Fashion!

Venus

MANiCURE

Teve até pausa pra brincar com “Cake Like Lady GaGa”:

Just Dance

Poker Face

Telephone

Gente, parece que vai ter ARTPOP Pt. 2 mesmo, viu? Rolou até a apresentação de uma música nova, chamada “Partynauseous”:

Paparazzi

Do What U Want

Born This Way

Jewels And Drugs

Aura

Sexxx Dreams

Mary Jane Holland + Alejandro

Bad Romance

Applause

Swine

Gypsy

Pelamordi mostra 10 motivos por quê crescer é tão bom

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Trabalho seis dias na semana (algumas vezes, sete), chego no final do mês e só quero aquela quantia prometida durante a entrevista de emprego. Eu abro minha conta na Internet e lá está aquele valor ~meio que~ lindo. O problema é que já tenho mais de 20 anos, pago minhas contas e ainda tenho que ajudar em casa – o que faz com que o valor mágico reduza consideravelmente.

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Nessas horas, costumo pensar “Queria tanto voltar a ser mimado pela minha avó”, “preciso ganhar na loteria” e o de sempre: “odeio ter crescido”. Eis que nós, do Pelamordi, fechamos uma lista com 10 motivos que mostram que crescer é bem melhor do que nossa conta bancária mostra. Segura a carteira de motorista e a conta do cartão de crédito e vem:

1) Você tem o controle da sua carteira (e de tudo que tem nela, mesmo que seja pouco):

Tudo bem, a maior parte do que você ganha vai em conta de cartão de crédito, academia, Rdio, Netflix e outras regalias e necessidades, mas a carteira é SUA. Quer comprar aquele livro? Vai na Saraiva e puxa o cartão. Claro, você ainda vai ter que pagar por ele, mas não vai precisar dar satisfação pra ninguém.

2) Você não tem que aguentar gente de quem não gosta:

Sabe aquele amigo da faculdade que te ajudou durante um período ruim e pensa que por isso pode te esculachar o quanto quiser hoje em dia? Pois é. Deixe-o pra trás. Se os dois lados não contribuem, não é você quem tem que se matar pra fazer algo dar certo. Conforme você fica mais velho, percebe que tempo é algo cada vez mais precioso, e deve investi-lo em quem merece.

3) Você não precisa mais mentir pros seus pais (pelo menos, não muito):

Lembra quando você dormia na casa do “amigo”? Pois é, quanto mais velho você fica, mais próxima da verdade a real identidade do coleguinha chega.

4) Você pode beber na frente de outros adultos:

PARTIU FRANKFURT!

Beber no estacionamento da escola depois de uma prova difícil no carro daquele amigo que já tá na faculdade? Não mais. Depois dos 18, seus pais ficam cada vez mais acostumados a te ver com uma taça de vinho na mão, embora a cerveja e destilados não sejam tão aceitos até você sair de casa.

5) Você ama seu corpo cada vez mais:

Quer ser super sarado e só falar nisso entre os amigos? Vai, seja livre, se é isso que vai te fazer feliz todos os dias. Tudo bem não se encaixar nesse perfil pra você? Então seja ~fierce~ e assuma e ame seu corpo. Com a idade, é mais fácil aceitar que seu ele não é o principal fator da sua rotina, mas o resultado de escolhas durante as 24 horas apressadas do seu dia.

6) Sexo não é mais um assunto estranho/desconfortável (sort of):

Ok, sexo é algo que sempre vai ser delicado, MAAAAAS lembra do que falamos sobre estar mais confortável com o próprio corpo? Da próxima vez que ficar sem roupa na frente de alguém, você não vai pensar tanto em “meu Deus, onde posso desligar as luzes?!” quanto em “traz esse corpo aqui agora”.

7) Você consegue lidar com estresse like a boss:

Depois de ficar com a conta negativa, ter o celular cortado porque simplesmente não teve tempo de pagar o telefone, perder “o amor da sua vida” pelo menos duas vezes e ouvir o chefe falando merda o tempo todo, você percebe: life’s a bitch. Porém, uma outra certeza vem com isso: “e daí?”. Você já é maduro o suficiente pra lidar com essas coisas e tem ficado cada vez mais seguro pra levar a vida, mesmo com problemas.

8) Acordar cedo é bem legal:

Alguns de nós têm a sorte de trabalhar apenas meio período, então imagine entrar às 7h e sair às 13h? Isso significa intervalo pra almoço e liberdade pra fazer o que quiser. Lembra da época de escola, com cursinho, provas e ficar trancado em casa? Estes dias acabaram (embora você se encontre preso em casa alguns dias).

9) Você pode comer o que quiser:

Se Britney conseguiu fazer show de barriga de fora depois de 2007, você consegue perder o peso dos últimos dois Natais.

10) Você fica cada vez mais perto de ser quem você realmente é:

Crescer não significa jogar seus cards de Pokémon e suas fitas VHS dos clássicos da Disney. Você só precisa aplicar todas as lições aprendidas nessas relíquias desde a infância e ser quem você é. Nada de fingir algo por pessoa alguma (por mais cafona que isso seja). Now sissy that walk!

O tempo passa, o tempo voa, e Hollywood continua achando as biografias uma boa!

jessicaUma fórmula na qual a meca do cinema sempre investe, a cinebiografia sempre causa curiosidade quando anunciada. Seja pela tensão (Ben Winshaw, não acabe com Freddie Mercury!) ou pela empolgação – Judy Garland já foi interpretada maravilhosamente bem pela xará Judy Davis em 2001, mas a semelhança física de Anne Hathaway não me deixa não ficar intrigada com o projeto, anunciado há alguns anos e que parece que finalmente vai sair do papel.

Nomes bastante conhecidos, aliás, são apostas até arriscadas para cinebiografias. Se “Piaf”, “Johnny e June” e até “Dois Filhos de Francisco” devem grande parte de seu sucesso ao talento de seus protagonistas, biografias como a de Charles Darwin, Jane Austen (com a Hathaway, inclusive) e Steve Jobs não renderam o esperado. Isso sem falar quando vira um clássico do trash, como “Mamãezinha Querida”, que em 1981 afundou de vez a carreira de Faye Dunaway, uma das atrizes mais polivalentes dos anos 70.

O caso mais recente de fracasso foi “Diana”. Lançado no ano passado, tinha tudo para ser um sucesso – uma atriz talentosa, uma história cheia de drama e uma personagem complexa (só uma das mulheres mais fotografadas do século passado). No entanto, o resultado foi um fracasso e deixou a protagonista Naomi Watts morta de vergonha (tanto é que ela mal divulgou o filme nos Estados Unidos depois que a produção foi execrada na Grã-Bretanha).

E para que esse lenga-lenga todo? Porque o diretor Andrew Dominik (do ótimo “O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford”, de 2007) anunciou que no segundo semestrei finalmente começa a filmar “Blonde”, uma cinebiografia cheia de toques sombrios da diva Marilyn Monroe. A escolhida para o papel? Jessica Chastain.

O engraçado disso tudo é que, quando o projeto foi anunciado, lá atrás, Jessica ainda era uma desconhecida e o nome cotado para dar vida a Norma Jean/Marilyn era Naomi Watts. Isso não deixa de ser curioso, já que Naomi substituiu Jessica em “Diana”, quando ela percebeu que o papel era uma cilada, Bino! Será que dessa vez a ruiva vai rir por último de novo? Talento não lhe falta e quem já assistiu o sonolento “Histórias Cruzadas” sabe que ela tem tudo para dar conta do recado!

“Blonde” é baseado no livro de Joyce Carol Oates sobre a estrela – de suas origens como Norma Jean, a escalada ao sucesso até a morte misteriosa. A película deve começar a ser filmada em agosto e tem a produção da Plan B, de Brad Pitt.

Escrito por Camila Henriques 

Companhia da Lapada te ensina a afastar sua prima invejosa

"Êta, Carai!"

“Êta, Carai!”

Todo mundo tem uma prima(o) ou amiga(o) invejosa(o), né? Quando você começa a namorar, a primeira coisa que aparece é gente do inferno pra falar mal do relacionamento e querer seu boy (ou sua girl. Amor livre, galera!). Tá com dúvidas de como se defender dessa parenta escrota? A Companhia da Lapada te ensina com frases que formam pura poesia. Acompanha a gente nessa viagem lírica depois do vídeo:

 Sai pra lá, sua arrombada! Vá sifudê.

Se mainha embassar, eu dô-lhe em você.

Não adianta: ele não quer você. Sou eu quem faz amor gostoso com ele.

E, é claro, a mais romântica de todas:

Ele já me comeu, eu vou morá cum ele.

E não se esqueçam, galera: Jacaré que dorme vira bolsa

Ai, fiquei tocada, sabe?