“Dia das crianças”: faça sua versão de #DesafioBBsauro e mostre seu amor por desenhos infantis nesse dia das crianças!

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Plim! Estava bem tomando meu banho, depois de um dia exaustivo de trabalho, e tive essa ideia: todo mundo começa a postar fotos quando era criança e/ou do seu desenho preferido, mas que tal se transformar neles? Daí me veio essa ideia de tirar onda com o famoso meme da “barba” (e aquele da “make up transformation”), acabei me transformando no Bob (O Fantástico Mundo de Bob), que passava no SBT e eu adorava.

“Aeee rapêise!”

Qual o motivo de colocar foto de desenho/ícone da infância? Esse movimento é uma campanha contra violência infantil, Essa ideia surgiu no site Insoonia, com o apoio de marketing do O Melhor da Vida. Por essa justa causa, milhares de usuários aderiram à manifestação que em menos de 24 horas pelo menos 100 mil pessoas já tinham feito a modificação. A campanha deve durar até o dia das crianças, 12 de outubro (fonte).

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Fica aqui o convite, para nossos leitores e amigos, vamos se divertir e brincar que nem criança: sem medo de julgamento, somente felicidade. Segue abaixo algumas inspirações de transformação:

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Agora é só fazer: tire suas fotos, escolha seu desenho e não esqueça de usar #DesafioBBsauro

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Diabo do meu ódio: 10 Motivos porque odeio Whatsapp

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Não é segredo: eu odeio whatsapp. Lá em meados de 2010, quando comecei a usar o aplicativo (ainda quando usava  um Nokia com teclado), eu curtia bastante utilizar. Eram poucos que usavam e as conversas eram mais objetivas. Com a “orkutização” da parada, não ter whatsapp hoje em dia é tipo “não ter e-mail” (lembra de 2000? “todo brasileiro merece ter um e-mail grátis”). Mas vamos lá, vim dividir um pouco do “diado do meu ódio” sobre o aplicativo e quem sabe vocês compartilhem da mesma sensação:

1) Estar 24h no ar: Seja 7h da manhã, durante a novela, durante a fofação e até nos fins de semana. Normalmente as pessoas pensam que você sempre estará disponível para bater aquele papo maroto ou responder aquela pergunta que ele facilmente acharia no Google. Ai de você não responder, ou pior: visualizar e não responder.

“E AÍ?”

2) Grupos Malditos do Inferno: Já tive briga pessoal quando sai de um grupo. Nunca fui uma pessoa que fica dando print e detonando os outros em grupos de whatsapp, LOGO, não faço questão de participar. Bem, sair de um grupo desse aplicativo pode dor no coração real de muitos amigos. O ideal é sempre “inventar um drama” e sair do grupo, sozinho ou acompanhado (nada como um acordo extra-grupal). Além disso, milhares de notificações e muitas conversas nada a ver, tipo Maricotinha falando com Zezinho coisas que o grupo todo não tem nada a ver. Cadê ética grupal?

“Vão se LASCAR”

3) Prints x Dedo Duro: Cada dia mais tudo que você diz é printado. E pior, isso vira argumento futuro ou até mesmo meme. Um local que deveria ser um bate papo de boa, pode virar também um território judicial-recalque-odioso-A-Favorita. Sempre existe um coleguinha dedo duro.

“Tá tudo no zazap…”

4) Todo contato é contato: Não importa se você pegou o telefone daquele fornecedor de quentinha em 2007 ou se apenas tem o número daquele ex-colega de faculdade que você só mantinha por pensar que “num futuro próximo pode precisar dele”, ele esta lá disposto a conversar. E volta e meia vem um “E ai, tudo bem? Lembra de mim” ou pior: “Segue os motivos para votar no meu candidato”.

“chibata, heim mano…”

5) Bloquear: Dê uma voadeira na costela da pessoa mas não a bloqueie no Zazap. Isso é ofensivo e pode terminar com amizades. No msn a bloqueada era linda, você só não aparecia online pra pessoa.

“Me bloqueou, queiridinha?”

6) Mundo corporativo: Seja em comunicação ou em qualquer diabo de área, todo mundo acha que grupo de Zazap é a solução para os problemas de comunicação interna. JAMAIS aceite isso. Diga que seu celular “bichou” mas não aceite isso. Você receberá trabalhos no domingo e depois do horário, enquanto estive esbravejando ódio contra seu chefe ou colega de trabalho. Não faz isso, mano.

7) Não existe ON e OFF: O botão mais genial inventado de todos os tempos não tem nesse aplicativo, volto a dizer: todos acham que você está 24h disponível. A única forma de estar “off” é deletado. Uma opção “invisivel” seria útil.

8) Interpretação de Texto: Grandes brigas começam no Whatsapp. Quem nunca ouviu recentemente “Tu nem sabe o que aquela KENGA me disse no zazap!”. A interpretação é livre e muitas vezes uma palavra dita “meio errada” pode virar uma bola de neve, especialmente para aqueles que resolvem ter D.R. no aplicativo. Recomento: se for conversar sério, ligue.

 9) Mesa de bar: Se tem algo que mais me deixa aborrecido é quando você está com alguém, ou até mesmo num grupo de amigos, e alguém está conectado numa conversa via telefone. Pior: e ainda ri. Acho ofensivo, acho grosseiro, acho fuleiragem.

“Larga sáporra!”

10) Vídeos “Engraçados”: Pior coisa do mundo é quando um coleguinha manda um vídeo “super engraçado meu deus do céu”, e você gasta seu 3G pra baixar e simplesmente é aquele video sem graça que você assistiu em 2010. Cadê emoji de avestruz com cabeça pra debaixo da terra?

Ufa. Desabafei. Mas ó, não nego também os benefícios de ter o aplicativo, começando pela economia (Deus abençoe o wi-fi) e também a praticidade de bater um papo rápido. Como qualquer coisa no mundo, nós humanos estragamos tudo. Usando com moderação e respeitando o espaço dos outros, Zazap chegou e não vai embora tão cedo.

O que vocês acham?

“Garota Exemplar”: para quem quer sair embasbacado do cinema!

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Sair do cinema com um nó na garganta é uma das melhores sensações, especialmente suspenses com tramas cheias de reviravoltas. Não sei nem dizer para vocês quantas vezes fiquei com cara de chocado (sim, eu super reajo como se fosse vida real) durante a exibição da película.

A trama, que posso falar para vocês sem spoiler, basicamente é o sumiço misterioso de Amy (Rosamund Pike), esposa de Nick (Ben Affleck) numa pequena cidade, longe de Nova York (antiga moradia do casal). A cidade toda se volta para o ocorrido, todos agora amam Amy e querem ajudar Nick. Em Menos de 1 semana,  o marido vira o principal suspeito e também se torna  uma das pessoas mais odiadas dos Estados Unidos. Tenso, né?

Devido à resenha do Diego sobre o livro, eu já tinha chegado a 1/3 do livro. Se tivesse mais tempo teria terminado de ler tudo, pois a trama te envolve como se fosse uma “sucuri em ataque” (regionalizei), mas claro que com a arte do cinema é possível sentir coisas novas e a adaptação é bem fiél, na medida do possível.

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Com uma excelente montagem, o filme me conquistou pelos detalhes perfeccionista do diretor David Fincher (Seven, A Rede Social, Os Homens que não amavam as mulheres). Os diversos flashbacks vão só deixando a trama mais intensa e revela aos poucos o que realmente estava acontecendo com o relacionamento do casal. Será? A dúvida e as surpresas só fazem o filme crescer cada vez mais. Agora, falando em detalhes técnicos, a trilha sonora é adicionada com maestria (tirando os primeiros flashbacks, a trilha está bem alta, talvez seja a intenção perturbar mesmo). Batidas de coração, sons que refletem confusão mental e barulhos aleatórias, o foley do filme é arrepiante, literalmente. Fincher não economizou em cuidados com essa edição/montagem.

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Vamos falar sobre Ben Affleck? Um dos atores mais assediados pela mídia. O cara perfeito para o papel, de um personagem que sofre a manipulação da mídia e linda com a superficialidade de opinião da massa. Nem preciso dizer que esse tema é constante no longa, né? É de sentir vergonha da sociedade em que vivemos, é de se fazer repensar sobre muita coisa, especialmente na geração selfie e admiradores de vidas alheias.

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Quem é essa bendita garota exemplar? A atriz Rosamund Pike (Orgulho e Preconceito). É do tipo de atriz que você pensa: “Rapaz, já vi esse rosto em algum lugar”. Acredito que isso que a torna ainda mais interessante para o papel. Você sente prazer em vê-la na tela (seja pela beleza ou pelo mistério que ela passa), a trama só a deixa mais fascinante. Acredito que entrou para o meu ranking de melhores atrizes em suspense, onde mantenho Rebecca De Mornay (A Mão que balança o berço) e Glenn Close (Atração Fatal).

Não sou um cinéfilo “técnico”, reconheço o trabalho de produção, direção de atores, produção de roupas, cenários, iluminação e por fim, direção. Cinema é feito em equipe, não adianta babar-o-ovo de diretor e achar que ele é Deus que “deu a luz a tudo”, mas devo admitir: Fincher era realmente a melhor opção para dirigir essa trama. Ponto final. Se você não ficar sem fôlego ou simplesmente embasbacado pelo menos uma vez,  prometo que te faço uma surpresa no seu aniversário 😉

Ok!

Ah, por sinal: escrevi esse post ouvindo a maravilhosa trilha do filme.

Comunicado Importante: Não teremos podcast esta quarta-feira!

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Excepcionalmente esta quarta-feira não teremos podcast inédito, devido aos nossos compromissos profissionais e pessoais, não conseguimos achar tempo para gravar mais um episódio do nosso programa. Mas você, nosso fiel leitor, não fique triste! A gente volta semana que vem, com mais um bate papo descontraído sobre cultura pop e comportamento.

Whyyyy?

Ainda não ouviu? São episódio de 30 minutos, ótimos para ouvir durante o trabalho, no trânsito, no ônibus, na faxina e até antes de dormir. Para fazer download, basta clilcar no botão com a seta pra baixo.




Curtiu? Tem uma sugestão ou comentário? Comente aqui ou mande um e-mail pra gente no pelamordiblog@gmail.com.

“Querido Pelamordi…”

Rebobinar é Viver: De volta a 2002 com “Dilemma” de Nelly com Kelly Rowland + “Top 10 Estados Unidos da MTV”

“No matter what I do, all I thing about is you”. A primera frase em inglês de milhares de jovens, sue lutavam arduamente para passar em Química, Física e Algebra. Esse hino, que invadiu nossas casas, rádios, tvs, diskman, mp3 players foi um grande sucesso de 2002, primeiro de Kelly Rowland (primeiro grande hit solo da Destiny Child) e mais um hino de Nelly.

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~Acochando~

Falando em Rowland, dia desses estava sem nada pra fazer em casa (momento raríssimo) e resolvi me esbaldar no guilty pleasure no Netflix, o filme dela “The Seat Filler” (2004). Disk Ela, como atriz, se apaixona por um “figurante de premiações”. Hilário. Mas admito, se fosse um pouco mais bem produzido e estrelado por Lindsay ou Hillary, seria big hit da Sessão da Tarde.

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Eu, lá no Amazonas Shopping

E falando em Nelly (desculpa, damas primeiro), ele teve muitos hits bacanas, mas jamais esquecerei da grande estreia, “Crountry Gramma”, sucesso do Top 10 Estados Unidos MTV. Falando nesse programa, separei alguns clipes que só assisti (ou assisti primeiro) nesse extinto programa da MTV Brasil:

 E aí, curtiu? Lembra de mais alguma faixa/clipe que deixou saudade?

Estreias da semana: “Garota Exemplar”, filme comédia política do Leandro Hassum e Kubrick nos “Clássicos Cinemark”, porque ninguém é de ferro

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Nos atrasamos, mas não esquecemos! Ontem (2), foi aniversário do chefe e dia de estreias nos cinemas de Manaus. Tem “Garota Exemplar” (já leram a resenha do livro? Já leram o livro? O que estão fazendo lendo esse post, então?), “O Candidato Honesto” (Leandro Hassum querendo ser o novo Didi Mocó com mil filmes por ano) e a animação “Boxtrolls”. Para os cinéfilos, três sessões especiais de “Nascido para Matar”, do Stanley Kubrick, são a atração da semana no “Clássicos Cinemark”.

Me arrumando para ir ao cinema A G O R A!

Me arrumando para ir ao cinema AGORA!

Garota Exemplar:

Como o Diego escreveu em seu post maravilindo no início da semana, “Garota…” conta a história de Nick (Ben Affleck) e Amy Dunne (Rosamund Pike), um casal que me mudou para uma cidade no interior após serem demitidos de bons empregos em Nova York. No dia do  aniversário de cinco anos de casamento dos dois, Amy some. Agora, Nick precisa correr contra o tempo para provar sua inocência, já que há a suspeita de que a esposa tenha sido ferida e até morta. Nesse emaranhado, quem toma conta da história é apenash David Fincher (diretor de pequenas obras-primas como “Clube da Luta”, “A Rede Social” e “Se7en”). O filme tem sido elogiado de costa a costa (#sddsspaceghost) e já é uma das apostas para o Oscar 2015.

Os Boxtrolls:

Dos mesmos realizadores dos ótimos  “Coraline” (2009) e “Paranorman” (2011), “Boxtrolls” traz a história de um jovem órfão. Criado por colecionadores de lixo (sdds mãe Lucinda), ele embarca em uma missão para salvar seus amigos de um malvado exterminador.

O Candidato Honesto:

Leandro Hassumzzzz pega carona nas eleições para nos brindar com um filme à la “O Mentiroso” (1997), com o Jim Carrey. Assim como na comédia hollywoodiana, essa traz uma pessoa incapaz de mentir. Nesse caso, o protagonista é um político corrupto que bate a cabeça às véspera de um comício e, com o baque, fica 100% honesto. E aí, vai encarar?

Nascido Para Matar:

O ~jovem clássico~ lançado em 1987 vai ser exibido no sábado (4) às 23h55, no domingo (5) às 12h30 e na próxima quarta-feira (8) às 19h30. Dirigido por Stanley Kubrick, o filme mostra o cotidiano de um campo de treinamento militar. O pano de fundo é a Guerra do Vietnã. Na obra, um sargento (R. Lee Ermey) treina de forma fanática e sádica os recrutas em uma base de treinamentos. Após serem transformados em fuzileiros navais, eles são enviados para a o campo de batalha. O filme vai ser exibido, claro, no Cinemark.

Já escolheu quais filmes vai ver nesse fim de semana? Contaí! Nós já! Quem sabe não nos encontramos nos cinemas da vida? 

Cinemas em Manaus: “Mano, só tem dublado”

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Eis o drama nosso de toda semana: abrimos o jornal (ou sites de cinemas) e nos deparamos com uma lista de filmes dublados, sejam infantis ou adultos, blockbusters ou alternativos. E às vezes, uma sessão lá depois de 21h, legendada. Só. Hoje em Manaus temos 6 cinemas (todos eles em shoppings), sendo um deles super moderno e chibatoso recém inaugurado, num shopping que todos amam, mas que também não oferece muitos filmes legendados.

SÓ DUBLADO?!

Segundo nossas pesquisas, essa de boca a boca/bate poca, os funcionários alegam que “o público que pede filmes dublados”. E, a voz do povo é a voz de God, nós sabemos. Mas e a gente que realmente admira a sétima arte e chegou a completar o ensino fundamental, como a gente fica?

Como me sinto quando vejo dublado

Já tive a experiência de ir ao cinema e a vendedora me falar: “moço, esse filme é legendado”. Eu afirmei que sabia e ela voltou a me alertar, com um tom de quem alerta “é um filme adulto, erótico, com sangue, estupro ou que promovia a homosexualidade”. Eu aceitei o alerta dela, um pouco perplexo, mas perguntei o porque dessa preocupação. Segundo ela, outras vezes pessoas entraram na sala de um filme legendado e depois foram reclamar, afirmando que “não foram avisadas”. Ou seja, se tá difícil de ler aquele papelzinho amarelo, imagina as legendas do filme.

Claro que não há como discordar de fatos, a escolha por exibir mais filmes dublados é devido a demanda de compra, mas volto a repetir: e a gente? Sei que é pedir demais, afinal, somos parte de uma minoria (será?), mas acredito que poderia haver sempre uma opção legenda, especialmente nos filmes adultos ~mas que vivem com crianças gritando, acompanhadas por seus pais~ de violência, drama ou ação. A mesma situação rolou com a turma do Cine Set, que fez um ótimo comparativo de uma versão dublada e legendada de “Tropa de Elite”.

TÃO BARRO!

E as desvantagens de ver filme dublado? Não ouvir a voz original do ator (que normalmente estuda bastante para a caracterização do personagem), não permite que a gente compreenda sotaques e gírias – o que prejudica muitas vezes o enredo -, diminui/anula os efeitos sonoros (tão estimados pelos cinemas 3d e afins) e, claro, corta todos os palavrões, tirando toda a veracidade dos personagens.

Miau!

Esse post é apenas um apelo: não queremos que acabem as sessões dubladas, não sou idiota para não compreender que existem pessoas que não conseguem ler com certa velocidade, pessoas mais velhas que possuem dificuldade de ler e até mesmo crianças. Mas é necessário SIM ter cópias legendas. O que vocês acham?