How I Met Your Mother termina hoje e Pelamordi fez homenagem

Um grupo de amigos de vinte e poucos (e depois trinta e poucos) anos que gosta de se reunir em um bar e contabilizar suas desventuras amorosas e profissionais. A fórmula não é exatamente original: troque o bar por um café e você terá Friends*. Mesmo assim, em 2005, uma série aparentemente genérica roubou os corações dos órfãos de Phoebe, Monica e companhia. Quase nove anos se passaram e hoje é dia de se despedir de “How I Met Your Mother”. Pensando nisso, o Pelamordi resolveu eleger dez motivos que fizeram da série o que ela é hoje (e para quem nunca assistiu, tira a bunda do sofá, liga o Netflix e faz maratona AGORA!):

10. As namoradas malucas que Ted arranja: Todos adoramos odiar Zoey, Jeanette e Karen, nos enganamos com Stella e Victoria, o vimos ferrar tudo com Cindy, ficamos indiferentes a Naomi, e isso só para citar algumas. Se Ted tivesse um perfil no Lulu (sdds, só que não), talvez ele não ficasse muito atrás de Barney no número de conquistas querendo matá-lo. Mesmo assim, foi divertido vê-lo errando e aprendendo (ou não) a cada romance fracassado – até porque sabemos que a garota certa estava mais próxima do que ele imaginava (e não estou falando de Robin).

9. As referências culturais da série: Sem a nerdice chata e exagerada de “The Big Bang Theory”, “How I Met Your Mother” abordou ícones do mundo geek-trash-pop-whatever em sua jornada. Mas talvez a referência mais recorrente seja a Star Wars. Um dos episódios mais bacanas é o “Trilogy Time” (o vigésimo da sétima temporada), que fala de uma tradição que os rapazes têm de assistir a trilogia clássica de George Lucas a cada três anos. Outras referências legais veio na última temporada, como uma escolha que Ted precisa fazer e que é comparável à do final de “Indiana Jones e a Última Crusada”, e a participação especial de Billy Zabka, o ator que fez o vilãozinho Johnny Lawrence do “Karatê Kid” original. Além disso, você certamente não vai ouvir “You Give Love a Bad Name”, do Bon Jovi, sem lembrar do episódio de Ano Novo da primeira temporada da série.

8. A carreira musical de Robin: E Robin, quem diria, era uma estrela adolescente à la Angélica/Simony quando ainda morava no Canadá, nos anos 90? O segredo é descoberto por Barney no episódio “Slap Bet”, e, é claro que ele usa isso como punch-line por um bom tempo. Depois de fazer sucesso com os hits “Let’s go to the mall”, “Sandcastles in the sand” e um programa de TV, Robin Sparkles se revolta e, bem parecida com uma certa cantora canadense que desistiu de cantar músicas infantis e fez fama com o rock-dor-de-cotovelo nos anos 90, pintou os cabelos de preto e virou uma roqueira revoltada no pós-grunge. Hahaha, é muito divertido!

7. A aposta do tapa: O mesmo episódio que nos apresentou a Robin Sparkles também inaugurou uma aposta que nos acompanharia – ou melhor, acompanharia Barney – durante toda a série. No total, foram oito tapas que Marshall deu aleatoriamente no loirinho mulherengo, pelos motivos mais diversos – o derradeiro foi no penúltimo episódio da série, “The End of the Aisle”, que foi ao ar na semana passada.

6. Lily e Marshall: o casal mais fofo da série é também o mais bonitinho da história de qualquer seriado que eu já assisti, haha. Depois de anos de namoro, eles resolvem casar no episódio-piloto da série. Mas nem o romance dos dois sobrevive às dúvidas e medos de Lily. Quando os dois terminam, da primeira temporada para a segunda, é inevitável não ficar triste. Lilypad e Marshmallow foram feitos um para o outro. Na alegria e na tristeza, eles nos fazem vomitar arco-íris do início ao fim de HIMYM. That’s love, bitch!

5. Robin e Barney: E quem diria que o mulherengo inveterado Barney Stinson teria um lado romântico? Claro, como tudo o que envolve o personagem de Neil Patrick Harris (justamente indicado a Emmys e Globos de Ouro durante a série), esse romantismo é completamente às avessas. Depois de algumas temporadas indeciso entre a vida de solteiro e o laser tag o amor de Robin, mr. Stinson resolve (em uma ~reviravolta~ que fica ainda mais fofa quando descobrimos a sua origem, na última temporada) finalmente pedir a jornalista em casamento. Para isso, bola um plano tão mirabolante quanto as mentiras que contou para ir para a cama com as mulheres que ~conquistou~ durante toda a série: a última página do seu Playbook, “The Robin” (que batiza um dos episódios mais legais da série, na oitava temporada). E o que envolve esse tal “The Robin”? Encher – de uma maneira bem Barney de ser – a dona Robin Scherbatsky de ciúmes, e fazê-la acreditar que ele realmente está caído pela Patrice, uma colega de trabalho que a canadense não su-por-ta. O final do plano culmina com Robin encontrando a última página do Playbook, explicando tin tin por tin tin a ideia maluca de Barney. O fim? Um pedido de casamento que só poderia sair do dono da maior coleção de ternos de Nova York. Para quem shippa os dois – como eu -, foi legen – wait for it – dary!

4. As mentiras que Barney conta (aka ‘The Playbook’): Falando nisso, a criatividade de mr. Stinson vai deixar saudades. Já ouvi algumas pessoas dizendo que tentaram algumas ‘jogadas’ dele na vida real e – pasmem! – tiveram sucesso. Seja contratando atores para fazer sua esposa e filho (e, assim, enganar a sua mãe) ou fingindo que é Ted Mosby, o arquiteto, por uma noite, a criatividade de Barney nunca parece se esgotar. Em nove anos de série, ele já disse que seu pênis concedia desejos (à la gênio da lâmpada), que era filho de Barack Obama, já apareceu com uma maquiagem que lhe deixava com aparência de velho e disse para a “presa” escolhida que o aquecimento global só pode ser resolvido se ela dormir com o “Barney Stinson jovem”… Enfim, são muitas histórias furadas para contar. Melhor ver a série.

3. Participações especiais: Um ponto importante em qualquer série, as participações de nomes conhecidos foram o que salvaram “How I Met Your Mother” do cancelamento. Uma em especial, trouxe fãs novos para série e a tirou do “limbo”: ninguém mais, ninguém menos que Britney Spears. Em 2008, ainda tentando se recuperar do inferno pós-Kevin Federline/rehab/cabeça raspada/VMA, Britney participou de HIMYM como Abby, mais uma conquista para o rol de Barney Stinson. Divertida e sem perder o pique ao lado de Neil Patrick Harris, nossa querida Neyde ajudou a série a se estabelecer. Mas ela não foi a única celebridade a participar do programa: Jennifer Lopez, Katy Perry, Jennifer Morrison, Katie Holmes, Rachel Bilson, John Lithgow etc.

2. A Mãe, é claro! O motivo de ser do programa só nos foi apresentado no último episódio da oitava temporada. Mas valeu a espera. Na pele da futura-dona-do-coração-de-Ted, Christin Milliotti tem dado um show. O bacana é que ela e Ted quase se cruzaram várias vezes durante esses anos todos e, sem (muitos) erros de continuidade, os roteiristas conseguiram manter o interesse para conhecê-la vivo. Realmente, a mãe (ainda sem nome divulgado) parece ser a alma gêmea de Ted.

1. A amizade e cumplicidade entre eles – Mais que uma história de amor, “How I Met Your Mother” se destaca pelo mesmo motivo que amamos e acompanhamos “Friends” por uma década: a química entre os atores, que torna a amizade dos personagens mais crível. Talvez por estar na mesma fase em que eles, me identifiquei mais com essa série do que com qualquer outra. Grande parte disso se deve ao amor que esses amigos sentem um pelo outro. Quem não gostaria de ter o ombro amigo da Lily, a sinceridade cortante de Barney, a fofura de Marshall, a companhia de Robin para uns bons drink e boas discussões com Ted sobre arquitetura? Ok, talvez o último não, mas, ainda assim, é um grupo de amigos que todo mundo gostaria de ter. Eles se adoram e se apoiam até nas piores das decisões.

É, HIMYM, você vai deixar saudades. Lindsay Lohan que o diga.

*Post Especial feito pela jornalista Camila Henriques!

TV: O retorno de Orange is the new black!

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Agora temos data para o retorno das detentas mais lindas e verdadeiras da “TV”. Orange retorna no Netflix no dia 06 de junho, ansiosos com S?

Também temos um teaser curtinho de 16 segundos só para deixar a Piper em chamas:

Sentiram falta de alguém no teaser? Pois é, a personagem Alex (Laura Prepon) irá participar de 4 episódios da nova temporada. É muita felicidade, afinal a confirmação era de uma única participação. (fonte)

Agora só nos resta esperar. E para você que ainda não assistiu a primeira temporada corre no Netflix.
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REBOBINAR: Chorando de saudades de ‘The Nanny’

2348539Antes de Janice em Friends e da risada do Bob Esponja, uma voz anasalada já fazia sucesso na TV americana: Fran Fine. Ela tinha um emprego em uma loja de noivas em Flushing, Queens, até que o namorado dela a deixou numa cena dolorosa. Então, ela foi à casa dos Sheffields vender maquiagem, mas ela tinha estilo, classe, ela estava lá e se tornou “The Nanny”. Em nossa primeira edição da “Rebobinar”, vamos relembrar o sitcom que mais fez sucesso na década de 1990.

A série estreou em 1993 pelo canal CBS com a estrela do show, Fran Drescher, como a principal produtora executiva. A trama contava a história de Fran Fine, uma moça judia louca pelo sonho de se casar e ser sustentada por um homem. Ela é demitida pelo próprio namorado e consegue um emprego como a babá das crianças de Maxwell Sheffield, um produtor de peças da Broadway que deixou passar sucessos como “Hair”, “O Fantasma da Ópera” e “Cats” (as piadas sobre isso são incontáveis duraste as seis temporadas do programa).

Maxwell Sheffield e Fran Fine com Brighton, Gracie e Maggie

Daí pra frente, a babá se apaixona pela família e vive se insinuando para o chefe. O jeito como ela vira uma mãe inusitada para as crianças é hilário. Ela os ensina a comprar em promoção, comer de graça em buffets, manipular o pai para conseguir as coisas e muito mais. E, é lógico, que o produtor da Broadway se apaixona pela moça de cabelo grande.

Duas forças lutaram o programa inteiro pelo casal. Enquanto o mordomo fofoqueiro e intrometido Niles fazia de tudo para unir o casal, a sócia de Sheffield, a maldosa e solitária C.C. Babcock, esperneava pra derrubar Fran e conquistar o coração de Maxwell. O resultado? Centenas de cenas de briga dos dois. Separamos uma coletânea pra vocês relembrarem a dupla:

Outros dois personagens INESQUECÍVEIS da série são a mãe e a avó de Fran, Sylvia e Yetta. A primeira: uma comilona que adorava empurrar a filha para qualquer homem rico que aparecesse na série (ainda mais se ele fosse judeu). Já Yetta era aquele personagem que todo mundo amava: uma senhora judia com memória pra lá de fraca e que vivia tendo alucinações. Encontramos um vídeo da reunião das atrizes no talk show da Fran Drescher. Assistam com a gente:

E cooomo falar de “The Nanny” sem tocar no nome de Val Toriello? A amiga burra de Fran nos rendeu tantas cenas incrivelmente engraçadas. Por favor, rebobinando:

Depois dessa rebobinada bunita que demos na TV, a pergunta que fica é: como estão os atores do seriado? Vem com a gente:

Fran Drescher (The Nanny)

Tia Fran continua deixando as pernocas de fora

Charles Shaughnessy (Mr. Sheffield):

Continua ao lado de cocotchénhas

Nicholle Tom (Maggie)

“Baba, baby, baby, baba”

Benjamin Salisbury (Brighton)

As suspeitas de todos foram confirmadas e o moço é calvo no balde

Madelaine Zima (Gracie)

Quem aí lembra dela como uma das irmãs malvadas da Hillary Duff? (a da esquerda)

Daniel Davis (Niles)

“Sou um tio ~sexy~”

Lauren Lane (C.C. Babcock)

“Pintei meu cabelo, me valorizei”

Renée Taylor (Sylvia)

“Não deixei o bolo de lado, galera”

 Ann Morgan Guilbert

“Ainda tô mais conservada que o Brighton, gente”

Ficou com saudades? Aproveita que o Netflix tem a série na íntegra!

AH! E fiquem ligados: essa é apenas a primeira edição da “Rebobinar”. Para saber mais sobre a nova estrutura do Pelamordi, vejam o vídeo abaixo: