Madonna toda LINDONNA nas fotos da L’Uomo Vogue e detalhes sobre o novo disco

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Madonna tem dessas, a gente vê ela na rua toda jogada e tempos depois numa capa de revista, toda linda e deixando as “inimigas” com a cara no asfalto quente de Manaus. Photoshop ou não, ela sempre faz uma coisa simples ficar brilhante, como essas fotos de Tom Munro para a revista frances L’Uomo Vogue.

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Aos 55 anos, ela está encabeçando um momento de “arte pela liberdade”, onde incentiva artistas do mundo inteiro a se expressarem em nome da liberdade. Muitos podem a chamar de material girl, mas para mim, ela sempre foi a rainha da expressão.

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Sempre questionada por sua sexualidade, Madonna mostra que não é preciso andar de bengala e furar fila no Bradesco por ser “idosa”. Com uma bagagem invejável, ela ainda tem fôlego para o futuro.

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O novo disco

Este ano ainda seremos contemplados com mais um disco dela, o seu 13º album de inéditas. O último foi o MDNA (2012), que me deixou um pouco “em cima do muro”, não foi um álbum que me agradou muito. Madonna está dando pistas e mostrando todos os bastidores em seu Instagram, que por sinal é ótimo de acompanhar, e tudo indica que terá o nome de “Rebel Heart” ou “Iconic”.

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Além disso, ela tem trabalhado com artistas super interessantes e longe do mainstream – ou seja, nenhum deles fica tocando na Jovem Pan, apenas em baladas super alternativas – exceto pelo dj-sensação Avicii (que particularmente não curto muito), mas Madonna tem sempre aquele “toque de midas” – quem não lembra do ótimo trabalho com produtores como Mirwais, Pharrell e Stuart Price?!

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Artistas como Avicii, MoZella, Symbolic One (S1), Tony Gad, Natalia Kills e Diplo já são confirmados. Ainda estamos também na expectativa pelo boato de parceria com Adele – tempos atrás rolou um boato que Adele escreveria para Madonna e em troca a rainha do pop faria participação no novo disco da musa inglesa. Será?…será?…rá…rá? (eco)

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Ainda sem previsão de lançamento, tudo mostra que o disco está bem adiantado, o que poderá nos surpreender sobre essa lançamento. Mas já de cara devo dizer: estou muito ansioso com S.

 

Lily Allen libera novo clipe “Our time” e capas do novo disco “Sheezus”

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Mano, é muita novidade boa para uma segunda-feira só! Nossa querida (e nossa futura bff) Lily Allen liberou hoje o novo videoclipe (cuma?) “Out time”, um passeio por Londres junto com suas outras 3 personas. Confira:

Chibata, né? Eu realmente preciso ser o melhor amigo de Lily, não basta ser linda e mãe de 2 filhos, ela ainda se diverte e ri de si mesma. A música também não deixa de ser cativante e divertida.

Capa do novo disco SHEEZUS revelada! Aliás, são 2 capas: a versão dos pobres e a versão dos ricos, mais conhecidas como “standart” e “deluxe”.

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Dos pobres

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Dos ricos

Tracklist:

1. Sheezus
2. L8 Cmmr
3. Air Balloon
4. Our Time
5. Insincerely Yours
6. Take My Place
7. As Long As I Got You
8. Close Your Eyes
9. URL Badman
10. Silver Spoon
11. Life For Me
12. Hard Out Here
13. Wind Your Neck In (Bonus Track)
14. Who Do You Love? (Bonus Track)
15. Miserable Without Your Love (Bonus Track)
16. Holding On To Nothing (Bonus Track)
17. Somewhere Only We Know (Bonus Track)

Gostou, né? Então boa segunda-feira para todos. Os discos só chegam dia 9 de maio nas lojas, basta agora esperar.

Mariah Carey promete vir com tudo em 2014! Conheça 5 motivos para amar a diva

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Mano, Mariah Carey – uma das vozes mais importantes da música, vencedora de sei-lá quantos prêmios e “artista da década”. Em 2014 ela promete um retorno triunfal, que  vem ensaiando esse retorno mas até agora só nos deparamos com uma faixa não-tão triunfal e um feat. meia boca. Mas, nada disso importa perante a esse novo hiper mega teaser rasga-calcinha lançado hoje:

Tá?! Essa é Mariah. O novo single “You’re mine (Eternal)” sai no dia 12 e o disco “The Art of letting go” já tem data de lançamento: 6 de maio.

Enquanto a hora não chega, resolvi fazer uma lista dos  “5 motivos para amar a Mimi”. Vem comigo:

5) Mariah ama o Natal! E não só isso: ela tem a música mais icônica – depois de “Então é Natal…” da Simone, claro.

4) Mariah sempre curtiu rappers, desde o começo da década de 90! Olha a batida.

3) Mariah fez a melhor cena de luta num banheiro contra ela mesma! Fim!

2) Mariah escreve letras tristes e emotivas como ninguém!

1) Mariah conheceu a HEBE! Zerou!

Bônus) Jamais teríamos “Ken Lee”, o melhor meme de todos os tempos se não existisse Mariah!

Foster the People lança teaser do novo álbum com faixa "Coming of Age"

Dentre bons lançamentos deste ano, com certeza o trio californiano Foster the People é uma das mais aguardados. Seja pelo público indie e até mesmo pelo público pop, acredito que eles agradam “gregos e troianos”. Saca só o teaser da nova música/clipe “Coming of age”:



A faixa já tinha sido apresentada ano passado (video abaixo), mas o que dá pra notar neste video é que eles estão mais “homenzinhos” do que “moleques vida loka indie”, o que me agrada muito.


O novo álbum sai ainda este semestre e existe a promessa da sonoridade ser similar ao do primeiro disco, o mega sucesso “Torches”. Vamos aguardar!



por Rafael Froner

A sexta-feira é 13 mas só se fala da Beyonce e o novo disco que ela lançou "do nada"!


Mano, é! Só se fala da Beyonce e a mega hiper dooper surpresa que ela nos fez: lançou o quinto álbum de inéditas “do nada”. Gente: do-na-da!

Quinto album da diva foi lançado nesta madrugada

Tudo bem que a gente sabia que tinha uma faixa aqui, outra acolá e outra sei lá onde. Mas um cd inteiro com 14 faixas e mais 17 clipes! WTF?! Essa garota é demais!

Bee destruindo as inimigas

O quinta álbum leva o nome da cantora e já pode ser comprado no Itunes – juntamente com os clipes. Agora fica a pergunta: a turnê vai mudar?


A ideia de Beyonce foi de expor um trabalho que seja tanto com a musica quanto com a imagem – todos nós sabemos que a diva ama fazer videoclipes.



“Meu ** pra vocês!”
Agora, dêem uma olhada no preview dos clipes do novo disco, é um diferente do outro e cada uma mais bem produzido que o outro. É, o Natal chegou mais cedo! Tem link com todos eles aqui.


Beyonce na nossa festa Diva x Diva!
É claro que iremos tocar algumas faixas novas em nossa festa, que rola dia 28, e vocês já devem confirmar presença e colocar o nome na lista – agora a lista tem número limitado! Página do Evento.

LACROU!


por Rafael Froner

Review do ARTPOP: " Valeu a pena esperar 2 anos pelo novo disco da Lady Gaga?"

Aqui está um dos reviews mais pedidos pelos leitores. Depois de 2 anos de folga, polêmica, cirurgia e muita polêmica, Lady Gaga está de volta para mais uma era que promete divertir e nos fazer questionar. Confiram o review do nosso colaborador Diego Toledano:

Segundo a minha biblioteca do Last.fm, ouvi as músicas do novo álbum de Lady GaGa mais de 200 vezes nas últimas duas semanas – tempo que as faixas finalizadas caíram na Internet graças ao lançamento adiantado em Hong Kong. O acúmulo de replays deve-se, além do fato de eu ser um fã declarado da novaiorquina, à dificuldade de compreender o disco. Sim, ‘ARTPOP’ não é um disco pop comercial de fácil entendimento como ‘The Fame’ e ‘The Fame Monster’.

‘ARTPOP’ é a evolução de GaGa desde ‘Born This Way’ – um trabalho com ótimas letras, mensagens mais “profundas” que os anteriores, feito às pressas, coberto em uma identidade visual confusa. Antes de analisarmos música por música, devo adiantar alguns pontos:

1) GaGa canta nesse ábum como em nenhum outro. Sim, sabemos que a loira/ruiva/morena/de-cabelo-azul canta lindamente ao vivo, mas o potencial vocal da cantora nunca havia sido explorado antes em estúdio. 

2) Pessoalmente, ainda não havia ouvido um álbum pop tão bem produzido quanto ‘ARTPOP’. Meses antes do lançamento, GaGa alertou os fãs: “‘ARTPOP’ deve ser ouvido com fones; os auto-falantes do seu computador não fazem jus à produção que estamos fazendo”. Instrumentos límpidos associados a sintetizadores eletrônicos europeus, revezamento de pólos e a voz clara de GaGa fazem de ‘ARTPOP’ uma obra-prima. 

3) Amor e sexo estão em todas as nuances do álbum, desde a mais óbvia ‘Sexxx Dreams’ até a sufocantemente produzida ‘Swine’.

Vamos lá:

Aura: Não se deixe enganar pelo violão acústico, ‘Aura’ é uma faixa dançante e escura de ‘ARTPOP’. A música, que faz parte da trilha sonora de ‘Machete Kills 2’, foi a primeira (e única?) a vazar do novo trabalho de GaGa. A falecida ‘Burqa’ é apenas a ponta do iceberg pop, perturbado e produzido do álbum, com letras fortes sobre feminismo. O break de ‘sex, dance, art, pop’ serve para indicar o que vem pela frente – além de te ajudar a chamar atenção numa festa. Love it, love it, love it. 



Venus: Gente, essa mulher é maravilhosa. Além de compor cada uma das faixas e atuar na produção instrumental de cada uma delas, GaGa resolver produzir sozinha a segunda faixa do disco. ‘Venus’ é onde percebemos pela primeira vez o potencial da voz de GaGa em estúdio. Confesso que achei as letras incoerentes quando a cantora as lançou semanas antes da divulgação do single; mas, como tudo que GaGa faz, o visual das performances da música fez com que a música ganhasse significado. GaGa, produza mais músicas sozinha, pfvr. ‘Venus’ é o início da viagem sexual espacial em que a cantora leva o ouvinte durante as duas faixas seguintes.


G.U.Y.: GaGa é uma feminista e isso fica ainda mais explícito quando prestamos atenção nas letras da terceira faixa, que falam sobre como uma mulher não é mais fraca em um relacionamento por preferir ser submissa na cama. Mas não dá pra falarmos apenas sobre as letras, porque ‘G.U.Y.’ é uma música cheia de camadas. Assim: muito mesmo. Várias referências eletrônicas trazidas pelo jovem produtor europeu Zedd, várias nuances da voz da GaGa, além de narrativas que nos levam de volta à (linda) era ‘The Fame Monster’. É a parte 2 da trilogia sexual de Stefani no álbum.


Sexxx Dreams: Pra finalizar os trabalhos sexuais, GaGa nos dá um verdadeiro orgasmo musical com ‘Sexxx Dreams’, um diálogo interno da cantora sobre como ela teve sonhos danados com outra pessoa além do namorado – cuidado, Taylor. É uma celebração ao glam rock da década de 80, com letras que mostram um conflito entre a culpa e o prazer trazido por uma “traição”mental. Assim, gente: é música pra coisar mesmo. 


Jewels N’ Drugs: Fazer featurings é um artifício arriscado e pode resultar na desvalorização do trabalho de um artista – vide Nicki Minaj. Porém, GaGa foi muito coerente na quinta faixa do álbum: ela decidiu se aventurar em um ritmo ainda desconhecido por ela nos discos e pensou ‘é melhor trazer artistas que saibam externar minha visão”. Bitch, você acertou. Duvido você não sentir vontade de dançar com essa música como qualquer outra de Jay-Z e Kanye West. Desde a a apresentação no iTunes Festival, fiquei intrigado com a música por dois motivos: a produção magnífica do DJ Whiteshadow, que faz você querer fechar os olhos e sentir a música de verdade; e por ter ficado surpreso com o fato de que a faixa não foi enfraquecida pela parceria de três rappers. 


MANiCURE: Blondie all over ‘ARTPOP’. ‘MANiCURE’ tem tudo que mais gosto em GaGa: voz arranhada, bubble-gum pop e é uma faixa empowering. A música é a favorita de Adele do álbum (tá pra ti, maninho?) e é di-ver-são pura, minha gente. É aquela que você ouve, pensa ‘calma, quero mais’ e deixa em replay por um bom tempo. Ainda assim, aconselho você a seguir em frente, porque GaGa ainda tem muito ear candy.


Do What U Want: Antes da performance da cantora dessa música no X-Factor britânico, eu pensei que era uma faixa que faria parceria com ‘Sexxx Dreams’ na vertente sexual de ‘ARTPOP’. Mais tarde, porém, vi que é uma música com profundidade despercebida à primeira vista sobre como nada pode afetar a essência de alguém – mesmo que tudo seja feito fisicamente com uma pessoa.  A voz de GaGa é purrrrrfection nos versos ‘I would fall apart if you break my heart, so just take my body and don’t stop the party’. Ah, e tem R. Kelly, gente! E preparem-se, porque a faixa é o segundo single e receberá clipe novo em breve com a direção do lindo Terry Richardson.


Artpop: GaGa sabe criar uma atmosfera que transcende a experiência de apenas ouvir música. ‘Artpop’ é o desabafo de qualquer artista embalsamado em produção eletrônica etérea. As diversas camadas da cantora estão presentes nessa também, com coros no background. É outra música do álbum que deve ser ouvida de olhos fechados, mas aconselho você a abri-los logo após ‘Free my mind, Artpop, you make my heart stop’, porque GaGa manda porrada em seguida.


Swine: No início dessa resenha disse que ‘Swine’ é uma faixa sufocantemente produzida e agora chegou a hora de explicar: os intervalos entre a bridge e o chorus (feitos por DJ Whiteshadow <3) causam falta de ar fisicamente – sério. Os instrumentos crescentes dão a impressão de que você vai sufocar, como a subida em uma montanha russa, para depois te afundar em dubstep e gritos roucos de GaGa. ‘Swine’ é a prova de que música pop não deve ser desvalorizada pelo simples fato de ser comercial/dançante. A faixa fala sobre como GaGa percebeu que a pessoa com quem está envolvida não é um lado bom na vida dela, é ‘Swine’ – termo extremamente ofensivo na cultura europeia. 


Donatella: Pega o champagne e liga a TV em Gossip Girl (sdds <3). Em homenagem à amiga diretora da Versace, GaGa inicia a música de um jeito lindo “check out: I’m blode, I’m skinny, I’m rich and I’m a little bit of a bitch”. ‘Donatella' é uma faixa que chama atenção pela produção e pelo refrão completamente catchy. Believe me: você vai ficar gritando “DONATELLA!” o dia inteiro. Embora o álbum claramente não tenha intenção de ser altamente comercial, acho que a faixa venderia muito bem como single.


Gaga virou Donatella em nova campanha da Versace

Fashion!: Moda é um dos pontos mais importantes da expressão artística de GaGa e, na minha opinião, demorou bastante pra que uma música como ‘Fashion!’ saísse. ‘Looking good and feeling fine’ será seu novo mantra na hora de se vestir. Agregados à produção impecável, versos como ‘married to the night’ mostram como a obra de GaGa deve ser analisada como um conjunto, e não algo individual. 


Já tem gente por aí comparando a música com ‘Fashion’ de David Bowie, lançada no ‘Scary Monster’ e só tenho uma coisa a dizer: ouça Bowie antes de comparar as duas músicas simplesmente pelo nome – elas são completamente distintas. 

Mary Jane Holland: fãs de ‘Blood Mary’, essa é pra vocês. Quando disse mais cedo que ‘ARTPOP’ é a evolução de GaGa desde ‘Born This Way’, eu estava falando sobre como referências do trabalho estão presentes no novo disco com nova roupagem, seja na produção ou na composição.  ‘Mary Jane Holland’ trata-se do alter ego sujinho, alternativo underground da novaiorquina. A música fala sobre uma mulher que está em contato com os desejos mais escuros que curte puxar um fumo – olhem o nome dela, pfvr, né, gente? É a homenagem de GaGa ao próprio lado menos pop e não tem como não se arrepiar quando a cantora grita ‘Introducing, ladies and gentlemen, Mary Jane Holland!’. 


Dope: Saindo da fumaça trazida por ‘Mary Jane Holland’, GaGa se arrepende de ficar chapada e traz a linda ‘Dope’, também conhecida como falecida ‘I Wanna Be With You’. A 13ª faixa de ‘ARTPOP’ mostra uma GaGa fragilizada e culpada por ter deixado vícios influenciarem no relacionamento com alguém e com vocais mais trabalhados que nunca. 


Confesso que não gostei da readaptação da balada assim que a ouvi, mas, enquanto destrinchava o álbum pra fazer essa resenha, percebi que GaGa só reajustou as letras pro que realmente queria dizer com a melodia. A faixa fica ao lado de ‘Speechless’ no ranking de baladas da cantora e já sonho com a performance no ‘ARTPOP Ball’.

Gypsy: GaGa segue na linha romântica do final do disco com ‘Gypsy’, uma mid-tempo que cresce para uma eletrônica repleta de dubstep que vai te fazer pular em casa, na balada, no trabalho, na faculdade, etc. A faixa fala sobre como é difícil conciliar um amor e uma vida de viajante. A penúltima faixa do álbum é mais uma prova da capacidade vocal de GaGa e espero que seja como ‘Hair’, que ganhou versão ao piano nos shows.


Applause: O primeiro single de ‘ARTPOP’ encerra os trabalhos de GaGa no novo álbum. A produção de DJ Whiteshadow mais uma vez brilha no disco (sério, amo esse homem), em uma música sobre como GaGa tira a energia para trabalhar dos fãs. Ao contrário do que críticos têm dito, a cantora alegou que a faixa não quer dizer que ela é uma fame-whore, e sim um agradecimento aos seguidores que a ajudaram a passar pelo período em que precisou cancelar a ‘Born This Way Ball’. A gente já não tem muito o que dizer, a não ser que é uma faixa ótima para encerrar o disco, principalmente com A-R-T-P-O-P no final (desafio você a ouvir ‘Applause’ sem fazer com as mãos). Confere o clipe abaixo:


Review escrita no dia 15/11/13 por Diego Toledano

Por fim, devemos agora aguardar por um material rico de informações e muitas perucas e shows. ARTPOP é, sem dúvida, o retorno a prestar atenção mais em Gaga – já fui muito fã em 2009/10 e fiquei um pouco sem tesão em 2011 com o Born this way e a nomenclatura “Little monsters”. Mas estou dando uma nova chance à ela e espero não me arrepender. 

PROMOÇÃO

Quer ganhar 1 disco ARTPOP? Fiquem ligados aqui no portal e em nossa fanpage. Iremos fazer sorteio valendo para todo o Brasil!

por Rafael Froner

E o novo disco da Avril Lavigne? Vem ver o que achamos dele!

Mais uma vez temos o convidado e praticamente membro do Pelamordi, Diego Toledano, comentando mais uma vez sobre um lançamento. Desta vez ele fez a resenha do disco “Avril Lavigne” da própria. Confiram:

Estamos vivendo um ótimo momento na história da música. Digo isso sem medo dos vários comentários ou pensamentos que possam surgir em relação à minha afirmação. Porém, algo é inegável: mulheres estão agora mais do que nunca dominando o mundo musical – e fazendo isso com música boa. Sou fã incondicional do estilo pop e vejo que o final de 2013 é o tempo dos lançamentos: ARTPOP, Britney Jean, Electric Lady, PRISM, Bangerz, Alive e outros lançamentos futuros (como o novo de Lily Allen. Aproveita e ouve o primeiro single aqui). Eis que (novamente), em meio a músicas dançantes com parte do foco em diversão sexual, Avril Lavigne aparece com seu jeito moleque com o álbum de mesmo nome para dizer que não é só porque ela dorme no formol que ela não vai apresentar desenvolvimento musical. 


Como de costume, fizemos a resenha no formato track-by-track, para que vocês lindos possam ter uma ideia mais aprofundada sobre o trabalho novo da diva pop-rock. Vamos lá: 

Rock N Roll: Onze anos depois de me dar o primeiro hino de ‘revolta’ pré-adolescente, Avril vem e escreve essa música linda pros fãs sobre como tudo é diferente e autêntico quando está conosco (amém). A primeira frase dá vontade de colocar as roupas de 2002 e sair dando ‘middle finger to the sky’. Chiclete, revoltada, divertida e pop/rock do jeito que só Avril Lavigne sabe fazer.


Here’s To Never Growing Up: Pode fazer as piadas sobre ‘aaah, ela fez essa música porque não envelhece’, mas ninguém envelhece internamente, né? O início do quinto disco é delicioso justamente por isso: traz o senso de irresponsabilidade que a gente sente falta depois que começa a trabalhar e a pagar as contas. Acho que ela está exatamente nessa fase: de ver onde chegou com o trabalho e sentir falta de quando escrevia músicas pra se divertir com os amigos. Letras super divertidas, vocais açucarados e uma produção magnífica, viu?


17: Pega o banquinho e senta porque o flashback não acabou. Soa como primeiro amor, soa como boas memórias e tudo que a gente experimenta pela primeira vez quando tá na faixa dos 17 anos. Aqui, Avril mostra como o álbum é completamente relatable com toda a geração que cresceu com ela. 17 é, também, a faixa que faz a transição da Avril do pop-rock pra um lado mais sujinho que vai se desenvolvendo nas faixas seguintes.

Bitchin’ Summer: Desculpa, mas imaginei um clipe super Colbie pra essa faixa. Super verão californiano, a música me remete muito ao clima de luau  com todos ouvindo uma lóvisongue ao redor de uma fogueira. Isso não é nada ruim, pois vemos que a moça estava disposta a explorar várias nuances musicais. Fofinha, mas não a melhor do disco.

Let Me Go: Escrita pelo marido de Avril e o vocalista da banda Nickelback, ‘Let Me Go’ é a prova de que a interpretação de uma música é tudo na hora de salvar uma faixa. Sim, a canção tem bastante influência da banda mais detestada pelos rockeiros, mas Avril canta uma balada triste como ninguém (vide, ‘When You’re Gone’, ‘I’m With You’ e a mais recente ‘Wish You Were Here’). Ah, e o clipe mostra a moça toda crescida, como vocês podem ver/ouvir abaixo:



Give Me What You Like: Dixie Chicks, vocês resolveram produzir uma faixa pra Avril? Brincadeiras à parte, a faixa apresenta vários instrumentos típicos do country americano, além do vocal praticamente acústico de Avril durante a faixa toda. É a minha favorita quanto à composição, com versos lindos e uma sensualidade pura e simplesmente inocente. 

Bad Girl: Segura, que lá vem porrada. Você mal sai do clima relaxante de ‘Give You What You Want’ e voz macabra de Marilyn Manson sussurra nos seus ouvidos ‘Just lay your head in daddy’s lap, you’re a bad girl’ (#medo). A faixa é minha favorita no quesito de produção musical.  Dá pra identificar cada instrumento separadamente enquanto os vocais de Avril cantam versos bem provocantes, como ‘You can fuck me, you can play me, you can love me or you can hate me’. Pra mim, foi um pouco surpreendente vê-la dessa forma. Surpreendente e muito bom mesmo. 



Hello Kitty: sim, Avril Lavigne está usando dubstep e sintetizadores eletrônicos. Porém, ela faz isso com muita personalidade. Duvido se você não vai ficar cantando ‘Hello Kitty, Hello Kitty, you’re só pretty’no trabalho depois de ouvir a faixa uma única vez. É pra dançar, divertir; não pensar. 

You Ain’t Seen Nothing Yet: Escrita exclusivamente por Avril, essa é uma música linda sobre aquela sensação de descoberta de um amor. Se vocês, assim como, acompanham a carreira da canadense desde o início, sabem que ela escreve ótimas músicas românticas. ‘You Ain’t Seen Nothing Yet’ entrou pra minha lista de favoritas.

Sipping On Sunshine: A décima faixa do álbum é a bubble-gum pop do disco. Achei a faixa superficial, aquela que a gente ouve cantarolando enquanto tá fazendo alguma coisa. Não dá pra fazer um álbum carregado de informações, né, minha gente? É besta, mas não é uma faixa que dá pra pular no iPod.

Hello Heartache: Avril volta a ser profunda no finalzinho do disco. A 11ª música fala sobre como o adeus a um relacionamento é só o início de um longo processo de auto-conhecimento tortuoso. O coro church-like no início volta às raízes de igreja da moça e os vocais me lembraram um pouco de Alanis. A letra é pura poesia e os arranjos traduzem a dificuldade passada pela moça (we’ve all been there, done that).

Falling Fast: Aquele tipo de música que te faz querer sair pelas ruas em um dia chuvoso à procura de um amor. É uma verdadeira oração pra quem está no início de uma relação. ‘I’m falling fast, I hope you know, I hope it lasts’. A voz e os instrumentos tímidos deram o toque jovial e temeroso que sentimos em todo início de amor. 

Hush Hush: A última é sobre o famoso pé-na-bunda que todo mundo já levou na vida e aquele momento em que você não quer mais ouvir uma palavra da pessoa, ou por falta de paciência ou porque a dor é muita no momento. Pianos lindo no fundo e letras sinceramente doloridas fecham o quinto trabalho de inéditas de Avril Lavigne, mostrando o amadurecimento da cantora. 

Posso falar? Melhor álbum da moça, na minha opinião. Porém, isso pode estar relacionado ao fato de estar em momentos parecidos da vida de Avril (mais pobre e com mais rugas, é claro). A questão é: Avril escreve sobre experiências reais com as quais podemos nos identificar e falar “caraca, é isso que eu tô sentindo!”

E aí, o que acharam? Comentem!

por Diego Toledano