Acorda Menina! Saiu nova música da Gwen Stefani “Baby don’t lie”

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Confesso, estava com medo.

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Mas daí, Gwen – mais uma vez produzida por Pharrell Williams – voltou com aquele pop divertido, com batida, vocais gostosos e um pouco daquela essência que o ska do No Doubt tanto faz falta. Por mais que eu tenha sentido uma influência de “Te Amo”(Rihanna) e “Princess of China” (Coldplay), a música me fisgou de jeito. Ainda bem, o nosso pop de todo dia merecia alguém com mais estrada.

~beibi don beibi don láai~

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Fergie está de volta com faixa quebradeira sensual “L.a. (la la)”

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Fergie tá vindo aí, provando que as novinhas têm muito que aprender. Aliás, quantos anos a Fergie tem?! Enfim, pouco importa. Aperta o play e comece a mexer seus “humps” com essa faixa, que me apaixonou em poucos segundos:

 

Delícia, né? O disco solo “The Dutchess” (2006) realmente deixou saudade. Essa mistura de batidas, voz firme da Fergie que mistura notas altas, rap e os deliciosos “la la las” dela. Espero tudo isso e mais de volta.

VOLTEI, KRLHO!

E aí, curtiu?

Kiesza, a cantora que tirou o dance anos 90 do baú da felicidade!

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Quem acompanha a gente nas redes sociais (4@pelamordi) sabe que volta e meia falamos dela, a Kiesza (pronuncia Cáizá), canadense que já trabalhou para a Marinha e participou de Miss Universo, isso tudo com apenas 25 anos.

Por que ela é tão fascinante? Quem viveu nos anos 90, teve a oportunidade de ouvir artistas como Ace of Base, Corona, La Bouche, Gillette, Double You (ele veio pra Manaus até!) e muitos outros artistas dance, que vestiam roupas de lycra, jeans cintura alta e cantavam músicas com efeitos, pianos e repetições de sílabas. Alguns falavam de sentimentos, corações partidos, noites alucycrazys ou apenas do tamanho do pênis do boy. Era tudo muito divertido.

Quando assisti o videoclipe Hideway (primeiro single dela), parece que fui empurrado num túnel do tempo, aqueles psicodélicos do windows 95. O som, aquela dancinha, aquele look, o design, produção e aquela voz potente, tudo me remetia verdadeiramente à escência da cultura pop-dance 90tista. Como uma passe de mágica, ela tinha me trazido as melhores memórias dessa época.

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Já temos o EP “Hideway”, ítem raro! (@diegobtoledano)

Logo depois, apresentei pro Diego e ele prontamente juntou as moedas e pediu o EP pela Amazon, 4 faixas deliciosas, com direito a cover de “What is love” (beibi don rurt me, nó mó) – hino de uma geração, originalmente gravada por Double You – não existe uma pessoa com mais de 20 anos que não lembre dessa faixa. Kiesza simplesmente a “desmontou” e transformou numa linda e emocionante balada.

 Kiesza é uma artistas completa, que conhece música a fundo. Tem um timbre potente e não desafina nem mesmo quando parece faltar fôlego. Ela dança demais, aqueles passinhos de “jazz de escola”, típicos de quando éramos criança. Mas além disso, veste essa identidade do disco como ninguém. Ela realmente é 100% comprometida com a arte dela, o que acho fascinante.

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Ao vivo no pocket show do iTunes Festival

Até mesmo no primeiro show que assisti, do iTunes Festival, ela comanda quase 40 minutos de pocket show com muita dança, excelentes mashups de músicas de 90 e anima o público jovem, esses que “só dançam se tiver a música no meu iphone, mêo”. Kiesza encanta e surpreende, mas reconhece que a experiência só a tornará mais interessante.

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Outra coisa super bacana é que ela tem um instagram muito fofinho (@Kiesza), que nos deixa super próximo do trabalho e pessoa dela (ela até revelou a capa do disco, que se chama “Sound of a Woman”). Assim como Lady Gaga (falamos dela em 2009, antes dela pensar em tocar numa rádio brasileira), Kiesza é uma artista pop que tem muito chão pela frente e estamos torcendo para que seja um caminho que continue nos surpreendendo e divertindo. Sim, já queremos um show dela no Studio 5!

Festa “Toca Madonna” celebra aniversário da rainha do pop no dia 16 de agosto no pub Arte e fato

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16 de agosto deveria ser feriado! Mas como ainda não pode, vamos celebrar a chegada de mais um ano para à rainha do Pop, Madonna Louise Ciccone com a querida baladinha TOCA MADONNA – qual somos parceiros.

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Já rolaram algumas edições em Manaus, a última foi em setembro do ano passado, em comemoração aos 30 anos de carreira da artista. Desta vez vamos celebrar o aniversário dela na mesma data de nascimento! Ou seja: manda um zazap pra Madonna e pede pra ela aparecer com o bolo!

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“What is Manaus?”

A noite é repleta de hits, remixes, mashups, lives, não singles e b-sides e b-sides de Madonna, tocados por mim (Rafael Froner), Naty Veiga e Rafa Rezz. E se você, não tão muito fã da cantora, acha que “é chato demais ouvir um artista só numa noite”, segura a periquita e assiste o nosso vídeo:

 

Legal né cara? Então passa lá, os ingressos são apenas R$15 na lista amiga (basta preencher esse formulário para ter R$10 de desconto) ou R$25 na hora. A festa vai rolar no Arte & Fato, ao lado do Teatro Amazonas, a partir das 21h (sim, vamos começar a beber cedo!).

Toca Madonna – Bday
16 de agosto (sábado)
Arte & Fato – Centro (ao lado do Teatro Amazonas)
R$15 lista-amiga e R$25 na hora
Djs Rafael Froner, Naty Veiga e Rafael Rezz
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1451800265096150/
 
 
Quer começar a se animar? Vou soltar 5 performances pra provar por A + B porque precisamos celebrar a vida dessa mulher-maravilha:

“Music” no EMA 2000

Basta dar um microfone e uma boa batida pra mulher fazer miséria. Apresentação simples, logo depois de ter parido Rocco, ela exalava sensualidade.

“Vogue” VMA 1990

Quem sabe fazer playback não precisa de microfone. Em 90, ela abraçou o mundo drag queen e fez um clássico lip sync para o resto das nossas vidas.

“Bad Girl” no SNL 1993

Quem disse que Madonna não tem balada? Claro que não podia ser comum, ela assume ser uma garota muito, muito, muito má numa performance introspectiva.

“La isla bonita” no Live hearth 2008

Sempre a favor de minorias, ela chamou uns ciganos e reinventou o clássico dos anos 80. Simplesmente arrepiante.

Super Bowl 2012

Ela reinventou um intervalo de jogo, fez teatro, dançou e provou que ainda tem muito fôlego e criatividade. Madonna mia!

Surra de clipes: os novos clipes de Katy Perry, Anitta, Hilary Duff, Janelle Monaé, Lana Del Rey e Lady Gaga!

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Essa semana não há como segurar essas garotas serelepes que a gente tanto ama (e alguns odeiam). Como meu tempo está cada vez mais corrido, imagino que o de muitos de vocês também deve estar, sendo assim resolvi fazer um post com os últimos laçamentos. Pega o Guaraná Real Champagne e aumenta o som:

Hillary Duff e o retorno morno com “Chasing the Sun”

Com uma mistura de “My friend” (Groove Armada) e “Pocket full of sunshine” (Natalie Bedingfield), Hilary voltou com quase tudo. Eu gosto da música e me diverti com o clipe “Sessão da Tarde”, mas sei que entra pra minha gigante lista de guilty pleasures. Mas o importante é: ela está linda.

Anitta mistura tudo e manda recado para haters com “Na Batida”

A cantora (não funkeira) faz mais uma grande produção brasileira cheia de referências pop: Flashdance, David LaChapelle (nem vem dizer que Rihanna não roubou a ideia do fotografo) e Destiny´s Child (Lose my breath). Anitta se afirma cada vez mais, cheia de fôlego e lutando contra a corrente Sertanejo/pagode/axé do nosso Brasil baronil.

Lana Del Rey volta às origens – vestida de noiva- com “Ultraviolence”

Laninha do nosso coração não só voltou com um disco ótimo como voltou a fazer suas produções originais, sem grandes investimentos, apenas com feeling. Eu adoro. A música também ajuda muito. Ah, detalhe: foi todo filmado e editado no iphone 5C dela (somos irmãos de celular).

Janelle Monaé faz a festa do ano com “Eletric Lady”

Depois de passar um ano cantando essa música (especialmente na esteira), Janelle ouviu minhas preces e lançou um clipe gostozíssimo e com uma dança ótima para eu tentar decorar e nunca aprender.

Lady Gaga nos orgulha ao lado de Tony Benett com “Anything goes”

Vocês sabem: eu adoro implicar com Gaga, como se fosse minha irmã que adoro pegar no pé. Agora ela surge com esse projeto de jazz para acalmar meu coração. Fez bonito? Fez. Quero tudo? Quero.

 

UPDATE!

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Hoje saiu o novo clipe “This is how we do” de Katy Perry, uma bela homenagem à arte contemporânea, pop art,  moda vintage e comidas animadas. Uma explosão de cores e fofura. Vale demais o play:

laga-laga!

Camiseta Copa 2014 Pelamordi: “Galinha em Manaus come pipoca”! Encomende a sua agora!

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“Vejo muitas galinhas neste verão!”

A gente não ia deixar passar um evento tão importante passar em branco, né? Nossa famosa camiseta “Galinha em Manaus Come pipoca” (lançada via twitter e vendida em pouca quantidade em 2009/2010) está de volta, com uma edição especial para a Copa do Mundo Fifa 2014!

“Ué, mas porquê galinha em Manaus come pipoca?” Já sentiu o calor~gostoso~ da nossa cidade? Experimenta jogar o milho no chão pras galinhas comerem…

“Ainda não entendeu?!”

Para encomendar a sua basta entrar em contato com a nossa equipe, através do (92) 8159-9120 (Tim/Whatsapp), 3302-5532 ou pelo nosso email pelamordiblog@gmail.com.

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Embalagem fofa e especial das camisetas

As encomendas são feitas via estes contatos e dias depois você já recebe a sua camiseta, que tem um tecido especial, super leve e fácil de lavar. Perfeito para enfrentar a Copa em Manaus.

Camiseta Pelamordi “Galinha em Manaus come Pipoca”
R$40 (apenas à vista)
Todos os tamanhos
Tecido leve – mesmo material da camisa oficial
Compra: via encomenda
Entrega: a combinar com o cliente
Contato: (92) 8159-9120/3302-5532
Design: Rafael Froner
 

Promoção especial de camisetas Pelamordi

E se você for em nossa Festa Rebobinar, que rola nesta sexta-feira 13 – um dia antes do jogo de Inglaterra x Itália em Manaus, você também poderá garantir a nossa camiseta especial da Copa por um valor especial, de R$35.

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Evento no Facebook:  https://www.facebook.com/events/632849436805063

Kelis, a verdadeira “camaleoa da música” volta com disco “Food”

 

 

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Kelis (se pronuncia “Ké-lís”) sempre esteve a frente e é lançadora de tendências musicais e visuais. A nova-iorquina de voz grave e sensual começou sua carreira em 99 (melhor ano da música, desculpa) com o single “Caught out there”  e hoje, formada em gastronomia, lança o sexto álbum “Food”.

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Uma verdadeira camaleoa musical e visual

1999: Quem tem uma boa memória musical boa lembra da eterna e revoltada frase “I hate you so much right now” – que tive o prazer de conhecer graças ao Top 10 Estados Unidos da falecida-boa MTV Brasil e uma matéria na revista VIP da época.

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Desde lá, a curiosidade surgiu em meu coração: afinal, quem era essa garota abusada? Que clipe louco é esse? Que som estranho é esse que parece “vagalumes sendo mortos”?

2001: Tempos depois – e eu nunca tendo dinheiro para comprar os CDs importados  que nunca chegavam à Manaus – ela lançou mais um disco e a faixa “Young, Fresh N’ new” que me chamou muita atenção, ainda com sonoridade hip Hop/RnB, outro hino de independência  com o grito  “HEY! RUNAWAY FROM…HOME!”.

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No clipe ela quebrava tudo com aqueles carros de pneus gigantes e chamava os “underdogs” para seu passeio destruidor. Sempre sonhei em ter esse passeio com Kelis. Nesse tempo não tinha Youtube, então me contentava em assistir graças a minha paciência de esperar o clipa passar e grana em fita K7 – ele mal passava na MTV Brasil mas às vezes rolava no falecido canal francês MCM (ssds).

 

2003: Tempos depois e lançando parceria com produtor-sensation Andre 3000 (Outkast), ela vem com mais um hino, faixas viciantes e um grande hit mundial!

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Desta vez com uma sonoridade mais divertida, pop-rádio (mas sempre com batidas RnB/Hip Hop) e com estouro de escala mundial e faixa “Milkshake” era uma das principais do filme Meninas Malavas, música que ela simplesmente chamava a negada para tomar milkshake no jardim dela e era abusada: ela levava todos os boys pra lá e cobrava para ensinar o “segredo” da iguaria.

2006: Anos se passaram e ela surge classuda, ostentando suas riquezas, aristocrata,  elite black, sexy e com batidas de enlouquecer a mente mais sã.

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Lá vinha a era mais adulta, segura de sua feminilidade – ela já não era mais uma garota. Com experimentos novos, violões, parcerias icônicas (Cee Lo Green e Will.I.Am) batidas loucas e até mesmo….pasmem….S-A-M-B-A. Afinal, ela era “mandona” e fazia o que queria – para nossa felicidade.

2010: Kelis casou com o rapper NAS, teve um filho, separou e resolveu recomeçar, como toda diva após parto.

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Ela deu a luz a um álbum completamente diferente: eletrônico. Com produções assinadas por Benny Benassi, Diplo, David Guetta e outros. Uma obra prima, uma viajem musical de sensações, sons diferentes, interludes, letras positivas e amor para dar e vender. Especialmente o amor próprio. Kelis surgiu como uma amazona-futurista que defende, acima de tudo, a si mesmo.

Cada vez mais longe de holofotes e mais perto do público, Kelis fez shows mais intimistas, em festivais alternativos de pequeno e grande porte.

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Turnê de 2010 com Robyn

O foco da Kelis era claro: mostrar sua arte, expor sua voz, que ganhava mais destaque em suas faixas introspectivas. Sua confiança e potencia vocal elevou-se e só me causou mais arrepios e vontade de vê-la um dia ao vivo. Chora com o sample que ela usou ANTES DE BEYONCE:

 

2014: Anos se passaram, a bonita resolveu estudar gastronomia e essa jornada resultou num novo álbum chamado “Food” .

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Banda, cordas, piano, vocais deslumbrantes, jazz, letras positivas e uma identidade visual completamente nova. Uma mistura de “big bands” com uma deusa, uma feiticeira ela é demais. De diva da pista para “Diva do Soul”.

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A essência desse trabalho é de primor, adulto contemporânea, perfeita para ouvir em bares elegantes, reuniões regadas a vinho e noites íntimas. A surpresa fica pelas faixas que lembram festas de gente rica,com direito a falar português na “Cobbler” e até canções que são apenas voz e violão como a linda “Bless the telephone”.


E, como já era de esperar: contra toda regra pop. Tem lançado clipes simples, mostrando os bastidores de sua música e focando no que realmente importa: a música.

Fica aqui meu manifesto de amor à essa artista, que há anos me causa sorriso, arrepio, pensamentos e muitos momentos inesquecíveis. Não tinha encontrado algum post em português que falasse sobre a carreira dela, por isso resolvi dedicar um certo tempo e carinho para deixar registrado para sempre. Não deixem de comentar! 😉

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