Rebobinar é viver: começando a semana com Sugar Ray e o hino “Every morning” de 1999

Ah, 1999. Já falei pra vocês minha opinião sobre esse ano? Melhor ano da música. Onde todo mundo ouvia de pagode ao heavy metal. E uma das bandas mais gostosinhas da época era o Sugar Ray (especialmente pelo vocalista, que até mexeu com o coração de Madonna). Esse primeiro single do disco 14:59 foi um enorme hit (não saia do Disk Mtv e da Jovem Pan 2), essa mistura de violão, um ritmo californiano e uma letra gostosinha de se cantar.

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Eles são cheios de hits, mas hoje escolhi essa faixa, para começar bem essa segunda-feira chuvosa de Manaus.

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Rebobinar é Viver: De volta a 2002 com “Dilemma” de Nelly com Kelly Rowland + “Top 10 Estados Unidos da MTV”

“No matter what I do, all I thing about is you”. A primera frase em inglês de milhares de jovens, sue lutavam arduamente para passar em Química, Física e Algebra. Esse hino, que invadiu nossas casas, rádios, tvs, diskman, mp3 players foi um grande sucesso de 2002, primeiro de Kelly Rowland (primeiro grande hit solo da Destiny Child) e mais um hino de Nelly.

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~Acochando~

Falando em Rowland, dia desses estava sem nada pra fazer em casa (momento raríssimo) e resolvi me esbaldar no guilty pleasure no Netflix, o filme dela “The Seat Filler” (2004). Disk Ela, como atriz, se apaixona por um “figurante de premiações”. Hilário. Mas admito, se fosse um pouco mais bem produzido e estrelado por Lindsay ou Hillary, seria big hit da Sessão da Tarde.

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Eu, lá no Amazonas Shopping

E falando em Nelly (desculpa, damas primeiro), ele teve muitos hits bacanas, mas jamais esquecerei da grande estreia, “Crountry Gramma”, sucesso do Top 10 Estados Unidos MTV. Falando nesse programa, separei alguns clipes que só assisti (ou assisti primeiro) nesse extinto programa da MTV Brasil:

 E aí, curtiu? Lembra de mais alguma faixa/clipe que deixou saudade?

Rebobinar é viver: comece a semana em paz com “Unicamente” de Deborah Blando

Eis uma das faixas pop-brasileiras mais lindas de todos os tempos. Deborah Blando, praticamente uma cantora oficial de novelas da Globo, fez muito sucesso com esse hit de 1997, que foi trilha da novela A Indomada (aquela de Green Ville). Adoro essa faixa e o clipe é cheio de menções a umbanda. Sem contar que, essa fase mística de Deborah pendurou por um bom tempo, especialmente aos sábados no Planeta Xuxa.

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Linda sereia, Odoyá Iemanjá

Deborah sereia, volta pra gente! 

Rebobinar é viver: As melhores séries ‘dominicais’ do SBT!

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Nem só de Silvio Santos e banheira do Gugu  viviam os domingos do SBT nos anos 90 e início do século 21. O primeiro contato de muita gente – inclusive euzinha – com séries gringas foi no ~Sistema Brasileiro de Televisão~. Depois de acordar cedo e aguentar aquele programa de pesca que ninguém lembra o nome e o Siga Bem Caminhoneiro (sdds Sula Miranda), todo mundo queria mais era ver os enlatados que tio Silvio trazia dos States. E como rebobinar é com o Pelamordi, aqui vai um ranking com dez das melhores/mais memoráveis séries que a TV do Senor Abravanel exibiu* nos áureos tempos depois de Pássaros Feridos, claro. Quero ver quem lembra de todas essas!

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10. Gênio do Barulho (Smart Guy):

Essa série contava a história de TJ, um menino de oito anos que, de tão inteligente, pulou algumas ‘casas’ e foi parar na faculdade! O programa teve apenas três temporadas e nem ficou tanto tempo assim na tela do SBT, mas era uma diversão ok para quem havia acabado de acordar e não tinha tanto senso crítico.

9. Os Jovens Guerreiros Tatuados de Bervely Hills

Fiquei anos (literalmente!) tentando lembrar do nome dessa série, até que algum site nerd da vida me deu a resposta que tanto procurei (caiu uma lágrima até). Não sei se vocês recordam, mas os ‘Jovens Guerreiros’ (tatuados, por que não?!) eram uma versão budget da trupe Power Ranger (sim, dava para ser mais budget que aquilo!). Tosquice que só quem cresceu vendo SBT pode aceitar e amar ❤

8. Os Pesadelos de Molly (Maybe It’s Me)

Série que tinha até certo potencial, ‘Maybe it’s me’ era uma das preferidas das pré-adolescentes (pelo menos, era uma das minhas). Assim como a maioria das produções daquela época, era uma ‘dramédia’ que focava em uma família cercadinho-branco-classé-média dos EUA. Nesse caso, a protagonista era a Molly, uma adolescente que precisava lidar com as loucuras dos parentes enquanto tenta descobrir seu lugar no mundo. O seriado era todo colorido e cheio de snarks. Pena que durou apenas uma temporada (mas foi reprisado até que bastante pelo SBT).

7. Jack and Jill

Essa série revelou a Amanda Peet (a famosa quem?) e tinha ainda no elenco a supreme-diva Sarah Paulson. Como ‘Maybe it’s me’ e ‘Smart Guy’, durou pouco (duas seasons, apenas). Como o nome sugere, o foco era o casal Jack (Peet) e Jill (Ivan Sergei, que evaporou). Junto a eles, um grupo de amigos tentou recriar a mágica de Friends, mas, como eu disse, o público não comprou e a série morreu em pouco tempo.

6. O Mundo é dos Jovens (Boy Meets World)

Essa voltou ao spotlight no ano passado, quando foi anunciada uma continuação (já em exibição nos EUA). Na época em que foi exibida no SBT, fez muito sucesso, tanto que ficou anos no ar – também pudera, durou 7 temporadas!). A série acompanhou a vida de Cory Matthews (Ben Savage), do final da infância até o início da vida adulta. Um dos personagens mais lembrados é o da amada de Matthews, Topanga (Danielle Fishel). Na continuação/spin-off, Cory e Topanga voltam como pais de uma menina, a protagonista da vez – afinal, a série nova se chama ’O Mundo é das Jovens’ ‘Girl Meets World’.

5. Um Maluco no Pedaço (The Fresh-Prince of Bel Air)

Tô reassistindo essa no Netflix e me divertindo horrores com piadas que passaram completamente despercebidas porque: 1. no SBT a série era dublada; 2. eu era criança e não entendia, né. Tem a melhor música de abertura de série e um dos personagens coadjuvantes mais divertidos. Quem não amava o Carlton e sua dancinha? Isso sem falar que revelou o Will Smith (indicado a dois Globos de Ouro pelo papel).

4. Blossom

Essa eu até tentei baixar, mas por alguns problemas de estúdio/direitos autorais, só as três primeiras temporadas estão disponíveis. Outra sitcom ~familiar~, ‘Blossom’ trazia o clã dos Russo em uma história cheia de chapéus, jardineiras e todo aquele look anos 90 que amamos

3. Punky, a Levada da Breca (Punky Brewster)

A menina “que iluminaaaa toda vez que a gente vê” também era a dona do quarto mais legal da televisão. 01 sonho: ter aquela cama. Adorava que era uma série que mesclava momentos hilários (sdds episódio da Kátia presa na geladeira) e dramáticos (ódio da assistente social que queria tirar a Punky do Arthur!). Também teve uma versão em desenho e foi exibida em todos os horários/dias possiveis pelo SBT.

2. Três é Demais (Full House)

Desculpa, gente, mas preciso confessar: baixei essa série e tô assistindo, hahaha. Sucesso no SBT e na Warner, ‘Full House’ trazia a história de um pai solteiro que convocava dois amigos para ajudar a cuidar de suas três filhas. Era bem bonitinho e, assim como ‘Um Maluco No Pedaço’, tinha umas piadas que eu só entendo hoje em dia, hahaha. Isso sem falar que foi importante para a cultura pop, já que revelou as gêmeas Olsen, que protagonizaram alguns dos filmes mais reprisados na Sessão da Tarde (e depois uma outra série exibida pelo SBT, ‘Dose Dupla’). Durou oito temporadas até ser atropelada pela ‘new wave’ de seriados gringos, como ‘Friends’, ‘Seinfeld’ e ‘Mad About You’.

1. Popularidade (Popular)

Antes de `American Horror Story’ e ‘Glee’, Ryan Murphy já explorava as psicopatas e o mundo high school nessa série também super curta, mas maravilhosa. Na história, duas meninas – a popular e a wannabe – que se odeiam precisam viver debaixo do mesmo teto depois que seus pais resolvem se casar (oi, Kurt e Finn?). Enquanto isso, altas aventuras e histórias mirabolantes rolam na  escola onde elas –desfilam– estudam, porque é sempre assim.

E aí, o que acharam? Que série era a preferida de vocês? Qual deveria ter continuado? Qual deveria voltar a ser exibida pelo SBT entrar no Netflix? Comenta, povo!

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*como a intenção é rebobinar meeeeesmo, deixo de fora séries como “Smallvile”, “Everwood” e “Gossip Gil”, que ainda são ~novas~ demais

Rebobinar é viver: álbum "Jagged Little Pill" de Alanis comemora hoje 18 anos!

O primeiro álbum internacional da canadense Alanis Morissette completa hoje 18 anos de lançamento! Isso mesmo, 18 primaveras de atitude, muitos hits e “confissões jogadas no ventilador”.

Ouça aqui o álbum completo:

Track List

1. “All I Really Want” 
2. “You Oughta Know” 
3. “Perfect” 
4. “Hand in My Pocket” 
5. “Right Through You” 
6. “Forgiven” 
7. “You Learn” 
8. “Head over Feet” 
9. “Mary Jane” 

Lançado em 1995, o disco vendeu até hoje mais de 33 milhões de cópias. Vocês têm noção disso? É simplesmente um dos discos mais vendidos do mundo – sendo que Alanis era uma iniciante. 

O disco conquistou o top das paradas com as músicas autobiográficas da cantora, o que rendeu diversos Grammys e prêmios da MTV ao redor do mundo. Quebrando todos os paradigmas de cantoras roqueiras.

Alanis representava na época a voz de uma geração


Vale a pena agora conferir os ótimos clipes do álbum:



*post dedicado ao meu amigo e mega fã de Alanis, Fábio Gomes.

por Rafael Froner

Rebobinar é viver: filme "Goonies" comemora 28 anos de lançamento!

Se tem uma das partes mais gostosas de lembrar da minha infância e adolescência são os filmes que (não) cansei de assistir na Sessão da Tarde e, claro, um dos mais deliciosos de todos é o Goonies, que divertiu milhares de pessoas no mundo e até hoje é referência de um bom roteiro de aventura e comédia.

28 anos atrás o filme foi lançado, com assinatura na produção de ninguém menos que Steven Spielberg e dirigido por Richard Donner (Máquina Mortífera, Superman e outros filmes de ação) e foi, obviamente, um grande sucesso.

Turma reunida em 2009


Trilha sonora do filme é de Cindy Lauper:


 


O filme conta a aventura de um grupo de amigos aventureiros que depois de encontrarem um mapa do tesouro no sótão da casa de um deles, seguem em uma aventura subterrânea cheia de surpresas e situações engraçadíssimas.


Assista o filme completo (dublado) aqui:


Apesar de eu ser mais novo que o lançamento do filme, me diverti todas as vezes que ele passou na Globo e ainda curtia o jogo de videogame – sim, eu tenho irmãos mais velhos. Pena que nunca cheguei a zerar o jogo, que era bem difícil – qualquer morcego ou água já tirava um life danado:

Acompanhe a fanpage do filme.


por Rafael Froner

Rebobinar é viver: "Maio já está no final" por Kid Abelha


Eu espero meses para cantarolar “maio já está no final…” do Kid Abelha, uma das maiores bandas brasileiras que há mais de 30 anos coleciona hits divertidos e grudentos nos mais de 13 discos lançados. A faixa “Maio…”, do disco Autolove de 1998, é a minha preferida da deles.



Não sei explicar o motivo de tanto amor por essa faixa, talvez pelos versos reflexivos como O que somos nós afinal se já não nos vemos mais, estamos longe demais” ou É hora de se mover pra viver mil vezes mais”. Escrita por George Israel e Paula Toller, é de longe um dos hits obrigatórios nos shows da banda.

Disco “Autolove” vendeu mais de 1 milhão de cópias



Confira a versão original aqui (não achei o video no youtube). Que ano é hoje?

Vamos rebobinar, então! Deixo vocês com duas versões deste hit – que irei cantarolar até dia 31 de maio.

por Rafael Froner