Podcast #4 – Séries preferidas dos anos 80 e 90

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Chegou o grande dia! Estávamos esperando a oportunidade de relembrar das séries que “formaram o nosso caráter”, como diria Camila. Seja da época “antes da TV a Cabo” e “Depois da Tv a Cabo”, poucas pessoas nesse mundo não assistiram 1 série sequer. Então pega o café com leite ~porque o podcast de hoje saiu adiantado~ e dá o play:

Como fazer download? Só clicar na setinha para baixo, o arquivo irá direto para seu computador.

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E aí, qual a sua série preferida? Quais cenas você nunca esquece? Comente! Seja aqui no post, no nosso Soundcloud e até via e-mail (pelamordiblog@gmail.com), a gente vai ler seu recado na semana que vem, em mais uma edição do podcast.  Ah, claro: podem sugerir pautas, a gente ouve com carinho.

Sério?

 

REBOBINAR: Chorando de saudades de ‘The Nanny’

2348539Antes de Janice em Friends e da risada do Bob Esponja, uma voz anasalada já fazia sucesso na TV americana: Fran Fine. Ela tinha um emprego em uma loja de noivas em Flushing, Queens, até que o namorado dela a deixou numa cena dolorosa. Então, ela foi à casa dos Sheffields vender maquiagem, mas ela tinha estilo, classe, ela estava lá e se tornou “The Nanny”. Em nossa primeira edição da “Rebobinar”, vamos relembrar o sitcom que mais fez sucesso na década de 1990.

A série estreou em 1993 pelo canal CBS com a estrela do show, Fran Drescher, como a principal produtora executiva. A trama contava a história de Fran Fine, uma moça judia louca pelo sonho de se casar e ser sustentada por um homem. Ela é demitida pelo próprio namorado e consegue um emprego como a babá das crianças de Maxwell Sheffield, um produtor de peças da Broadway que deixou passar sucessos como “Hair”, “O Fantasma da Ópera” e “Cats” (as piadas sobre isso são incontáveis duraste as seis temporadas do programa).

Maxwell Sheffield e Fran Fine com Brighton, Gracie e Maggie

Daí pra frente, a babá se apaixona pela família e vive se insinuando para o chefe. O jeito como ela vira uma mãe inusitada para as crianças é hilário. Ela os ensina a comprar em promoção, comer de graça em buffets, manipular o pai para conseguir as coisas e muito mais. E, é lógico, que o produtor da Broadway se apaixona pela moça de cabelo grande.

Duas forças lutaram o programa inteiro pelo casal. Enquanto o mordomo fofoqueiro e intrometido Niles fazia de tudo para unir o casal, a sócia de Sheffield, a maldosa e solitária C.C. Babcock, esperneava pra derrubar Fran e conquistar o coração de Maxwell. O resultado? Centenas de cenas de briga dos dois. Separamos uma coletânea pra vocês relembrarem a dupla:

Outros dois personagens INESQUECÍVEIS da série são a mãe e a avó de Fran, Sylvia e Yetta. A primeira: uma comilona que adorava empurrar a filha para qualquer homem rico que aparecesse na série (ainda mais se ele fosse judeu). Já Yetta era aquele personagem que todo mundo amava: uma senhora judia com memória pra lá de fraca e que vivia tendo alucinações. Encontramos um vídeo da reunião das atrizes no talk show da Fran Drescher. Assistam com a gente:

E cooomo falar de “The Nanny” sem tocar no nome de Val Toriello? A amiga burra de Fran nos rendeu tantas cenas incrivelmente engraçadas. Por favor, rebobinando:

Depois dessa rebobinada bunita que demos na TV, a pergunta que fica é: como estão os atores do seriado? Vem com a gente:

Fran Drescher (The Nanny)

Tia Fran continua deixando as pernocas de fora

Charles Shaughnessy (Mr. Sheffield):

Continua ao lado de cocotchénhas

Nicholle Tom (Maggie)

“Baba, baby, baby, baba”

Benjamin Salisbury (Brighton)

As suspeitas de todos foram confirmadas e o moço é calvo no balde

Madelaine Zima (Gracie)

Quem aí lembra dela como uma das irmãs malvadas da Hillary Duff? (a da esquerda)

Daniel Davis (Niles)

“Sou um tio ~sexy~”

Lauren Lane (C.C. Babcock)

“Pintei meu cabelo, me valorizei”

Renée Taylor (Sylvia)

“Não deixei o bolo de lado, galera”

 Ann Morgan Guilbert

“Ainda tô mais conservada que o Brighton, gente”

Ficou com saudades? Aproveita que o Netflix tem a série na íntegra!

AH! E fiquem ligados: essa é apenas a primeira edição da “Rebobinar”. Para saber mais sobre a nova estrutura do Pelamordi, vejam o vídeo abaixo: